quinta-feira, 16 de março de 2017

Abertura do I Congresso Paraense do Terceiro Setor

Nesta manhã, participei da mesa de abertura do I Congresso Paraense do Terceiro Setor, na Unama BR, ao lado de diversas autoridades e com a presença de vários estudantes. 

Tenho certeza que esse será o primeiro de muitos debates sobre o terceiro setor, que é multidisciplinar, pois envolve todos os setores e todas as formações da sociedade paraense. 

Amanhã, às 16h, encerrarei o evento com a palestra "Liderança, Criatividade e a Importância da Quebra de Paradigmas", onde vou mostrar como a CRIATIVIDADE é um tema fundamental para as suas práticas cotidianas, seja no campo pessoal, seja no campo profissional ou empresarial, ou mesmo nas atividades de gestão pública ou privada.





- Confira a programação completa do I Congresso Paraense do Terceiro Setor:







quarta-feira, 15 de março de 2017

Convite - Convênio Fapespa e Santa Casa

A Fapespa e a Santa Casa de Misericórdia do Pará convidam para a cerimônia de assinatura do Termo de Cooperação Técnica Financeira no valor de R$ 3 milhões de reais, que visa promover os projetos da FSCMP para desenvolvimento técnico científico nas áreas de saúde e afins, pautadas nas políticas públicas do SUS.
O evento será nesta sexta-feira, 17, às 9h, no auditório do prédio centanário da Santa Casa. Contamos com a sua presença!

Militantes do PPS discutem ameaças à estabilidade social a partir da obra de Cristovam Buarque

Você já ouviu falar nos "Mediterrâneos Invisíveis"? Esta metáfora, que intitula o livro recém-lançado pelo senador Cristovam Buarque, foi tema de um debate de formação política realizado no dia 11 de março pelo Diretório Estadual do PPS em parceria com a JPS. O encontro reuniu militantes do partido e contou com uma mesa formada pelo Deputado Federal Arnaldo Jordy; a Secretária Adjunta de Ciência e Tecnologia do Estado, Maria Amélia Enriquez; o professor Dr. Elson Monteiro, da UFPA; o representante da JPS, Raylson Tavares; e a representante do Diretório Estadual, Círia Pimentel. No decorrer do debate foram analisados os "muros" que excluem os pobres e aprisionam os ricos, formando uma imensa barreira geográfica que impede a migração social em todo o mundo.

Tive a honra de mediar o debate, que, sem dúvida, foi essencial para o fortalecimento da formação política em um ano que antecede as eleições. O livro nos provoca o tempo todo a tentar entender quais são os nossos "mediterrâneos invisíveis" e como construir pontes que levem a construção de uma sociedade mais justa, digna, inclusiva e igualitária. Para isto, precisamos mudar a nossa trajetória de subdesenvolvimento econômico social.



A Secretária Maria Amélia Enriquez apresentou alguns pensamentos da trajetória e do contexto político de Cristovam, destacando algumas metáforas citadas na leitura, como a "cortina de ouro", que separa os países que conseguiram um patamar de qualidade de vida, de nível de renda; o neologismo da "apartação" dos ricos e pobres; e da perspectiva intergeracional com a preocupação da integridade ecossistêmica sobre qual seria o legado da geração que adotou uma prática comprometedora de produzir e consumir. "O livro é uma síntese do pensamento crítico do Cristovam em relação à economia, à sociedade, à preocupação social e à questão dá desigualdade, que permeia toda a obra. Esses Mediterrâneos vão além da questão física, quando ele fala do oceano, do mar Mediterrâneo. Metaforicamente, eles representam o abismo imenso que separa a sociedade. A principal reflexão desse abismo é que ele é tanto a nível mundial como local. Nós temos Mediterrâneos invisíveis nos permeando no nosso bairro, na cidade e no estado como um todo. É a ameaça à estabilidade social", explicou.


Na visão histórica com leituras do socialismo, apresentada pelo professor Dr. Elson Monteiro, foi feita a constatação de que esses esses muros separam as sociedades e separam internamente uma mesma sociedade. Um dos casos em destaque no livro é o das populações populações do norte da África. E uma das cenas mais tristes decorrentes da tragédia contemporânea dos refugiados de guerra foi a morte do menino sírio Aylan Kurdi, cujas imagens correram o mundo em setembro de 2015. Na tentativa frustrada de cruzar o mar Mediterrâneo com sua família, o garoto, de apenas 3 anos, se tornou símbolo dos milhares de pessoas que buscam sobreviver. "Elas buscam atravessar o mediterrâneo e enfrentam inúmeras mortes, afogamentos, barcos afundados e explorações, tentando chegar à Europa, que fica diante do drama de receber milhões de refugiados e sobre quais privações esperar. A ideia do livro é mostrar a grande desigualdade social do mundo a partir da metáfora das imagens desses refugidos que tentam atravessar o Mediterrâneo para chegar à Europa em busca de uma vida melhor, para fugir da fome, da pobreza, da miséria e das guerras", esclareceu.


Representando a juventude do PPS, Raylson Tavares comentou sobre o aprendizado pessoal com a leitura da obra. "Enquanto juventude e sociedade, podemos fazer um mundo melhor. O livro nos traz uma abordagem da viagem à fronteira [da Turquia com a Síria], nas proximidades de Alepo, onde, até hoje, encontramos diversas cenas e fatores que fazem nosso coração chorar. Mas isso não é suficiente para transformar a sociedade. E, após levantar vários desafios e dificuldades, o autor mostra que precisamos olhar para os nossos desafios de hoje. De que forma nós cuidamos da pessoas para fazer algo diferente. A visão humanitária de Cristovam Buarque e as suas concepções políticas vêm nos ensinar a mudar a nossa forma de pensar. Não podemos culpar apenas os governantes pelos problemas, a sociedade também deve assumir a sua responsabilidade, mas não de forma isolada, de forma coletiva, rompendo os nosso muros do egoísmo, da soberba", destacou. 


A partir da alegoria do “Mediterrâneo” que interrompe jornadas de vida, Cristovam Buarque sugere que, para encontrar um progresso alternativo à divisão do mundo entre a pobreza desvalida e a riqueza indistribuível, a sociedade global deve ser educada para a tolerância e a solidariedade. Segundo o Deputado Federal Arando Jordy, esses meios para superar os desafios da atualidade foram colocados brilhantemente no livro. "O conflito distributivo no novo mundo, por exemplo, é um dos maiores problemas da atualidade. Mas há novas oportunidades de superação e elas foram destacadas pelo Cristovam. Entre vários valores necessários, uma das questões diz respeito ao meio ambiente, à sustentabilidade. É impossível tornar o mundo mais justo diante do atual modelo de produção de bens e serviços. Isso precisa ser revisto urgentemente".

Pará é o único Estado a apresentar saldo positivo no setor da indústria em 2016

O Pará foi o único Estado entre as 14 unidades federativas avaliadas que apresentou saldo positivo, com o acumulado do ano 9,5% maior do que o apresentado em 2015. A principal responsável por esse resultado foi a Indústria Extrativa, que chegou a um crescimento de 13,1% no ano passado, especialmente alavancada pela extração de minério de ferro que, por sua vez, apresentou um aumento de preço, já que os valores internacionais por tonelada, em dezembro de 2016, alcançaram US$ 79,43, enquanto que em janeiro do mesmo ano foi cotado a US$ 42,20. É o que indica o Boletim da Indústria do Pará de 2016, lançado na manhã desta terça-feira,14, pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com a Federação das Indústrias do Estado do Pará (Fiepa) e com o Centro Internacional de Negócios (CIN), no auditório da Fiepa. A análise é realizada com base nos resultados da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).



O Boletim apresenta uma análise geral do ano de 2016, observando o comportamento da indústria geral do Pará, além dos subsetores Extrativo Mineral e Indústria de Transformação, este último, apresentando desempenho negativo, com uma retração de -5%.

O cenário é de manutenção para o futuro da indústria paraense. Estima-se que o Pará receba, até 2020, cerca de 124 bilhões em investimentos, nos quais são voltados principalmente para a indústria extrativa mineral. Então, precisamos criar mecanismos de incentivo à indústria de transformação, verticalizando a produção, diversificando a base produtiva local, agregando valor aos produtos locais e fundamentalmente gerando emprego, renda e melhor qualidade de vida ao cidadão paraense.



Além disso, o mercado de trabalho apresentou saldo positivo decorrente da indústria extrativa, no qual foi resultado de 2.930 admitidos contra 2.902 desligamentos, gerando saldo final de 28 novos vínculos. A indústria de produtos alimentícios, bebidas e álcool etílico apresentou o maior saldo do período, com 476 admissões que contaram com a contribuição de 284 novos vínculos trabalhistas decorrentes da fabricação de conservas de frutas.

De acordo com o presidente da Fiepa, José Conrado, o setor vê com preocupação o fato do crescimento não se refletir na geração de empregos, mas tem trabalhado de forma contínua para fortalecer empresas genuinamente paraenses, em especial as pequenas e médias, para que elas possam receber os investimentos que chegam ao estado. “Estamos trabalhando para amenizar essa situação, porque no momento em que temos uma empregabilidade maior, a geração de renda é maior e isso é bom pra todos”, destacou, acrescentando que é necessário avaliar quais os postos de trabalho necessários por esses novos empreendimentos que aqui chegam, para que haja qualificação da mão de obra local, declarou.




Ressalta-se que o bom desempenho da economia mundial, com destaque para a manutenção do crescimento chinês, favoreceu a Indústria Extrativa paraense, uma vez que o país asiático é o maior demandante de commodities minerais do estado. Por outro lado, a Indústria de Transformação tende a refletir o desempenho da economia nacional que, atualmente, retrata um cenário negativo, já que o Brasil apresentou uma queda no acumulado do ano de 6,6%, se comparado com saldo de 2015. Apesar disso, os subsetores da indústria de transformação, “fabricação de celulose, papel e produtos de papel” e “metalurgia”, apresentaram crescimento de 8,1% e 3,7%, respectivamente.

Matéria publicada nesta quarta-feira, 15 de março, no jornal O Liberal:




segunda-feira, 13 de março de 2017

Convite - Lançamento do Boletim da Indústria do Estado do Pará 2016

A Fapespa e a Fiepa têm a honra de convidá-lo (a) para participar do lançamento do Boletim da Indústria do Estado do Pará de 2016, que será realizado nesta terça-feira, 14 de março, às 9h30, no Espaço Aperfeiçoar, bloco A, na Fiepa.
Contamos com sua presença!


I Congresso Paraense do 3º Setor

Nesta semana, na Unama BR, será realizado o I Congresso Paraense do Terceiro Setor. Na quinta-feira, às 8h, participarei da mesa de abertura. Na sexta-feira, 17, às 16h, ministrarei a palestra "Liderança, Criatividade e a Importância da Quebra de Paradigmas". Para inscrições e mais informações, clique AQUI ou ligue para (91) 98895-9155. Confira a programação completa:



sábado, 11 de março de 2017

O perfil atual dos evangélicos no estado do Pará e o desafio da transformação social

Compartilho com vocês o artigo "A Igreja Evangélica na Amazônia (parte I): o perfil atual dos evangélicos no estado do Pará e o desafio da transformação social", que escrevi para o jornal Gente Gospel de fevereiro e março. Neste texto, comento sobre alguns registros históricos dos evangélicos na nossa região, citando estatísticas da igreja evangélica no estado do Pará. 

Compartilho, também, as tabelas e os gráficos que serviram de base para a construção do artigo.

















quarta-feira, 8 de março de 2017

Feliz Dia Internacional da Mulher!

Neste Dia Internacional da Mulher, toda e qualquer homenagem não é suficiente para agradecer por tanta delicadeza, força, determinação e beleza. Nem as joias mais preciosas servem para mensurar o valor das mulheres nesse mundo. Mulheres tradicionais, mulheres modernas, do lar, do mercado de trabalho, mães, irmãs, filhas, esposas, amigas, mulheres guerreiras e mulheres de fibra, parabenizo todas pelas conquistas e por este dia tão especial!


terça-feira, 7 de março de 2017

Empreendimentos com até quatro trabalhadores apresentam os melhores saldos no ano de 2016

A Fundação de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com a Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster), apresentou hoje pela manhã, no auditório da Fapespa, o Boletim do Trabalho e Renda no Pará de 2016, que apresenta uma análise relacionada ao desempenho do Mercado de Trabalho, a partir da movimentação do emprego celetista no estado, com base nas admissões, desligamentos e saldo, além de identificar o perfil do trabalhador celetista paraense admitido e desligado. 
Examinando o desempenho do mercado de trabalho paraense entre o porte do estabelecimento e setores, os extratos das empresas que empregam até 4 funcionários registraram saldo positivo na relação entre admitidos e desligados no período em análise, com 17.394 novos vínculos. No âmbito de empreendimentos que empregam até 4 trabalhadores, os setores que apresentaram os melhores saldos em 2016 foram os de Comércio com 6.558 vínculos e Serviços com 5.497 vínculos, os mais frequentes entre os micro e pequenos empreendimentos no estado.

Ainda de acordo com o boletim, entre os 5.539 municípios brasileiros pesquisados pelo Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), que é disponibilizado pelo Ministério do Trabalho (MT), Curionópolis posicionou-se na 8ª colocação, com saldo positivo de 1.219 vínculos empregatícios, seguido por Capanema com saldo de 319 vínculos. Já no plano estadual, esses dois municípios figuram como os detentores dos maiores saldos. Além disso, nos dois municípios o setor da Construção Civil foi o que mais empregou com 1.073 e 452 novos trabalhadores.

Mais informações:
www.fapespa.pa.gov.br/noticia/1405







sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Fapespa lança Anuário Estatístico do Pará 2017


Esta semana, durante a 14ª Reunião do GEAC (Grupo Interinstitucional de Estudos e Análise Conjuntural), a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) lançou o Anuário Estatístico do Estado do Pará 2017. O produto é digital e já está disponível para acesso no site da Fundação. Dividido em cinco temáticas, que são: Demografia, Economia, Meio Ambiente, Infraestrutura e Social, o Anuário apresenta 135 indicadores, por meio de tabelas e mapas, com estatísticas dos últimos cinco anos.

O objetivo é socializar dados, informações e registros administrativos, sobre características do Estado do Pará, suas regiões e seus municípios, auxiliando, assim, na realização de pesquisas e quaisquer outras atividades executadas por gestores públicos, pelo setor privado, pela comunidade acadêmica e pela sociedade em geral.

Acesse o Anuário através do link http://www.fapespa.pa.gov.br/menu/148

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017

Palestra “Projeções e perspectivas para a economia brasileira e paraense em 2017”

Quer entender melhor o cenário econômico brasileiro e paraense? Assista à palestra “Projeções e perspectivas para a economia brasileira e paraense em 2017”, que ministrei na última semana, em evento da Associação Empresarial de Ananindeua – ACIA.


quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017

Palestra no 1º Encontro Empresarial do Sindilojas Belém

Nesta quarta-feira (22), participarei do 1º Encontro Empresarial do Sindilojas Belém, durante o qual ministrarei a palestra “Perspectiva da Economia Brasileira e Paraense em 2017”, na qual serão apresentados dados econômicos e a influência do cenário mundial e nacional sobre eles.


terça-feira, 21 de fevereiro de 2017

Pará tem o terceiro maior saldo da balança comercial brasileira

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (FAPESPA), em cooperação técnica com o Centro Internacional de Negócios (CIN) da Federação das Indústrias do Pará (FIEPA), lançou na noite de ontem, 20, o Boletim do Comércio Exterior Paraense de 2016. Os dados mostram que o Pará teve o terceiro maior saldo da balança comercial brasileira, com US$ 9,407 bilhões. Destaca-se que enquanto o Brasil apresentou retração no valor das importações e exportações, o Pará teve incremento em ambos.

De acordo com o Boletim, o Brasil teve um saldo comercial de US$ 47,683 bilhões, o que foi resultado do comportamento da balança comercial das Unidades Federativas, que em sua maioria encerrou 2016 com saldo positivo. O Estado do Pará ficou atrás apenas dos estados de Minas Gerais, com saldo de US$ 15,366 bilhões, e Mato Grosso, com US$ 11,401 bilhões. Em comparação com o ano de 2015, o saldo paraense em 2016 foi 0,86% maior, devido à elevação das exportações em 2,32% e das importações em 16,81%.

O Boletim traz o detalhamento dos principais produtos exportados pelo Estado do Pará, com destaque para o “minério de ferro bruto”, entre os produtos minerais, com crescimento de 20,58%; e entre os produtos não tradicionais, a “carne de bovinos”, com aumento de 13,48%. Entre os produtos tradicionais, o item “peixes” teve aumento de 11,84% nas exportações, enquanto os principais do grupo, que são “madeira” e “pimenta”, registraram redução nas exportações. Em 2016, o Pará exportou US$ 10,511 bilhões.

Entre os principais destinos dos produtos exportados pelo Pará estão a China, o Japão, a Alemanha, a Holanda e o Canadá, que totalizam 54,19% de todo o valor exportado pelo estado em 2016. Os municípios que lideram as exportações no estado são: Parauapebas, Barcarena e Marabá.





segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Assinatura de convênio permite avanços para a pesca e aquicultura na região de Bragança

Na manhã desta segunda-feira (20), em cerimônia na cidade de Bragança, a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), em parceria com a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Educação Técnica e Tecnológica do Pará (SECTET), assinou convênio com o Instituto Federal do Pará (IFPA), que permite a implantação e operacionalização do Centro de Piscicultura do Instituto, em Bragança, CEPIS. O valor total do investimento é de R$ 1,8 milhões.

Este convênio, assim como o assinado em janeiro deste ano, com a UFPA – Campus Bragança, no valor de R$ 3,4 milhões, tem como objetivo implementar o Polo Científico de Pesca e Aquicultura do Nordeste Paraense. Este Polo permitirá o fortalecimento de pesquisas na área, a geração e transferência de tecnologia, o aprimoramento dos profissionais em formação pelas duas instituições, além dos benefícios relacionados à criação de novas oportunidades para a economia local.

A criação deste Polo é um marco e integram as ações do Governo para alavancar a verticalização da produção de pescado na região, de forma sustentável, conforme previsto no Programa Pará 2030. A pesca e a aquicultura são uma das 14 cadeias produtivas estratégicas do Programa, e pelas projeções que fizemos, com este Polo, nos próximos quatro anos, será possível movimentar aproximadamente 1,4 milhões da economia local.

O incentivo a pesquisa permitirá o melhoramento das técnicas utilizadas na produção de pescado e, consequentemente, o aumento da produção de alevinos. O objetivo é fazer com que a região de Bragança se torne referência na produção de conhecimento, em melhoramento genético e produção de peixes típicos da Amazônia.