Compartilho um breve comentário sobre o Relatório de Desempenho das contas públicas do Governo do Estado do Pará referente ao exercício de 2020. Aproveite e se inscreva no canal do YouTube Professor Eduardo Costa.
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sexta-feira, 9 de abril de 2021
segunda-feira, 29 de março de 2021
Incentivos fiscais outorgados (ABDF)
Assista ao painel “A federação brasileira e os incentivos fiscais outorgados pelos entes tributantes” na íntegra no canal da ABDF no YouTube. O conteúdo fez parte do V Congresso Internacional de Direito Tributário do Rio de Janeiro.
https://lnkd.in/ezEVVDU
quinta-feira, 25 de março de 2021
Gestão fiscal e federativa no Brasil por IBDF (2021)
segunda-feira, 28 de dezembro de 2015
2016 e os três ajustes fundamentais
O
ano de 2016 se apresenta para a sociedade brasileira como sendo um momento estratégico
para a construção da trajetória econômica futura do país. Dependendo do sucesso
dos ajustes econômicos a serem adotados e da superação da crise política, que
contamina indiscutivelmente o ambiente econômico, o país poderá reverter o
quadro de recessão econômica ou aprofundar ainda mais a crise atual. Há um
relativo consenso de que três ajustes macroeconômicos são fundamentais para a
superação da crise e retomada de uma trajetória sustentada de crescimento
econômico com inclusão social: redução dos déficits em transações correntes, contenção
da inflação e equilíbrio das contas públicas. Resta saber se o ambiente
político, a “baixa politicagem” e as questões “ideológicas fundamentalistas”
permitirão que as medidas necessárias sejam efetivamente adotadas. Em jogo, os
próximos anos de nosso país e a qualidade de vida dos brasileiros!
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Déficit Primário 2015
A
Casa Civil da Presidência da República já estima um déficit primário de R$ 50
bilhões em 2015, levando em consideração que a prática de “pedaladas fiscais”
está “proibida” no governo federal por possibilitar abertura de processo de
impedimento político da presidente Dilma Rousseff.
quinta-feira, 8 de outubro de 2015
TCU REJEITA AS CONTAS DO GOVERNO DE 2014
Ontem o Brasil viveu mais um triste capítulo
da sua história republicana recente. Por decisão unanime da Corte de Contas
(TCU), pela primeira vez desde 1937 a conta de um Presidente da República é
reprovada. Conforme o relatório apresentado pelo Ministro Augusto Nardes as
irregularidades chegam ao montante de R$ 106 bilhões. Dentre os principais
aspectos questionados pelo relatório destaca-se: a) Pedaladas fiscais (R$ 40
bilhões) – manobra que consiste no atraso do repasse do Tesouro Nacional aos
bancos públicos para pagamento de despesas de programas sociais obrigatórios
(Operação de Crédito irregular – Art. 36 da LRF); b) Descumprimento da
obrigação de contingenciar R$ 28 bilhões em despesas em 2014; c) Edição em ano
eleitoral créditos suplementares sem autorização do Congresso Nacional.
Em seu pronunciamento o Relator afirmou que o
país vive um momento de “desgovernança fiscal”. Segundo Augusto Nardes em seu
voto: “... o que se observou foi uma política expansiva de gastos sem sustentabilidade
fiscal e sem a devida transparência.”
Como desenlace o relatório aprovado por
unanimidade pelo TCU irá para análise pela Comissão Mista do Orçamento, e em
seguida para o Plenário da Câmara dos Deputados para aprovar ou não o parecer
do TCU. A aprovação do relatório pela Câmara
dos Deputados por criar o fato jurídico necessário para embasar a abertura do
processo de impeachment da Presidente.
Cabe lembrar que por diversas vezes o
ex-secretário do tesouro Arno Augustin e o ex-ministro Guido Mantega foram
questionados sobre as práticas irregulares na contabilidade pública, e muitos
passaram a classificar a contabilidade praticada como “contabilidade criativa”.
terça-feira, 1 de setembro de 2015
Orçamento da União 2016: R$ 30 bilhões de déficit público?
Causa enorme preocupação a
notícia de que a Presidente Dilma Rousseff enviou ontem ao Congresso Nacional a
proposta orçamentária para 2016, Orçamento da União 2016, com a previsão de um déficit
público da ordem de R$ 30 bilhões. É esta situação que vem colocando na pauta
de discussão a recriação da CPMF, não como um instrumento de financiamento da
saúde, mas sim como um mecanismo de amenização do déficit orçamentário.
O fato é que o país não
suporta mais aumentos em sua carga tributária. Como única alternativa
plausível, esta situação, grave, coloca mais do que na ordem do dia a
necessidade de uma ampla reforma administrativa, diminuindo o número de
ministérios e de cargos comissionados, ao lado de um amplo enxugamento das despesas
com o custeio da máquina pública. Sem embargo, deve-se ter em mira a
necessidade de diminuir a taxa básica de juros da economia, que acaba por
comprometer boa parte do orçamento federal com o pagamento dos serviços da
dívida pública, e de se criar mecanismos sustentáveis para dar conta dos
crescentes déficits previdenciários.
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Presidente Dilma analisa cortar ministérios!
Em
meio à crise fiscal ontem correu a notícia que a Presidente Dilma Rousseff analisa
diminuir o número de ministérios. Antes tarde do que nunca. Atualmente existem
38 ministérios no Governo Federal, um exagero. Diria, sem medo de errar, que se
de uma “tacada só” fossem extintos 18 ministérios, não sentiríamos a falta
deles. Sempre disse que um Estado forte não é um Estado “inchado”, mas com
capacidade concreta de intervenção e promoção de políticas públicas!
quarta-feira, 15 de julho de 2015
Medida Provisória cria Fundo de Compensação e Desenvolvimento Regional
Tive conhecimento de que
ontem o governo federal publicou, no Diário Oficial da União, Medida Provisória
que cria o Fundo de Compensação e Desenvolvimento Regional para os estados e o
Fundo de Auxílio à Convergência das Alíquotas do Imposto sobre Operações
relativas à Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Pelo que foi divulgado,
a medida serve para compensar os estados que perderem com a possível unificação
do (ICMS), viabilizando a reforma no tributo. O que não ficou claro para mim,
ainda, é de que forma esta medida impactará o estado do Pará.
segunda-feira, 26 de janeiro de 2015
Joquim Levy e o aperto fiscal
O
Ministro da Fazenda Joaquim Levy vem se consolidando como o “homem forte” do
segundo governo Dilma. Está sendo para a Dilma o que Antônio Palocci foi para o
Lula em seu primeiro governo.
Economista
tecnicamente bem formado, Levy vem anunciando paulatinamente uma trajetória de
ajuste fiscal recessivo a frente da fazenda nacional. Se já não bastasse o
aumento da arrecadação tributária em torno de R$ 20 bilhões, o ministro está
pessoalmente se dedicando a um processo de corte de gastos dos ministérios que
beiram os R$ 65 bilhões.
Semana
passada o FMI baixou a previsão de crescimento do Brasil para 0,3% do PIB. No
início desta semana já há analistas prevendo retração de nossa economia.
sábado, 15 de março de 2014
Quando chega a hora de cortar o orçamento - Parte I
Por
Francisco Ferraz. Publicado em 17/01/2014 no sitio eletrônico de Política para
Políticos.
Há momentos em que é preciso “cortar” o
orçamento e inibir despesas para “fechar as contas”. Este é sempre um momento
difícil para o administrador. Cortar o orçamento é obviamente muito mais difícil
do que incrementá-lo. Muitas vezes os cortes precisam ser feitos durante um
período de crise, ou imediatamente antes da crise se instalar. Nestas
situações, a análise feita é inevitavelmente menos detalhada e minuciosa do que
aquela que foi realizada quando se produziu
o orçamento.
Além disso, cortar implica em afetar a vidas
das pessoas dentro e fora da
administração: empregos, projetos, prestígio, necessidades básicas, redução da
prestação de serviços etc.
O desgaste político, então, é inevitável, a
imagem pública sofre, e explicações são exigidas. Por isso, é fundamental
conhecer as verdadeiras razões que tornaram o corte necessário, para adotar as
medidas corretas, na quantidade certa, de forma a evitar, de um lado, a prática de uma “mutilação” desnecessária do
orçamento, e de outro, cortes que se revelem insuficientes. É preciso encontrar
a medida exata para corrigir o problema.
Rever estimativas de
receitas
Algumas vezes ocorre que os administradores
fazem cortes expressivos nos programas, sem antes rever as estimativas de
receita que haviam sido projetadas. Pode acontecer que, as estimativas de
despesas foram previstas corretamente, mas as de receita foram calculadas de
forma conservadora, abaixo do seu real comportamento. Nestes casos, os cortes
poderão se revelar desnecessários. Uma revisão mais realista da receita pode
restabelecer o equilíbrio orçamentário.
Esta hipótese não é desprezível. Muitas vezes
os funcionários fazem estimativas de receita “a menor” para se garantir. A
censura por não alcançar a receita estimada é sempre muito mais grave do que
por excedê-la. Sobretudo a imprensa, raramente critica estimativas
conservadoras.
Ajuste(rightsizing)
não é o mesmo que redução(downsizing)
A redução generalizada de despesas
(downsizing) é uma forma de equilibrar o orçamento num período de crise,
procedendo a cortes generalizados. A idéia é que o mesmo pacote de serviços
continue sendo provido, embora com menos recursos. Em geral nestas situações,
cada departamento ou setor da administração sofre o mesmo percentual de corte.
Supõe-se que a crise é passageira, e que tão logo seja superada, as despesas
voltem ao padrão anterior.
O ajuste (rightsizing) por outro lado,
implica numa análise mais qualitativa da situação. Alcança-se a meta quantitativa da redução, deslocando
recursos entre os programas, de acordo com critérios qualitativos. Assim,
programas considerados prioritários são mantidos nos mesmos níveis,
“financiados” com os recursos liberados pelo corte de programas menos prioritários.
Outra forma de praticar o ajuste é a revisão mais rigorosa da estrutura da
administração, aglutinando órgãos assemelhados, extinguindo outros,
descontinuando alguns tipos de serviços.
O principio básico do “rightsizing” é que a
crise enseja a oportunidade de fazer mudanças de longo prazo, alterações
recomendadas e que se consideram permanentes. Trata-se pois de uma ação mais
estratégica, e não meramente quantitativa.
Embora os dois conceitos sejam diferentes,
eles não são mutuamente excludentes. Muitas vezes faz-se primeiro a redução
indiscriminada (downsizing) para depois, passados alguns meses, proceder ao
ajuste (rightsizing); outras vezes praticam-se os dois simultâneamente.
É aconselhável encarar a crise e a
necessidade de fazer cortes no orçamento como uma oportunidade e não como uma
catástrofe
É sempre aconselhável encarar a crise e a
necessidade de fazer cortes no orçamento, como uma oportunidade e não como uma
catástrofe. Situações excepcionais legitimam medidas excepcionais e que
habitualmente são proteladas. Você pode, então, aproveitar a crise para fazer
aquelas reformas que tornarão sua estrutura mais ágil e mais moderna.
A própria gravidade da situação desarma
grande parte das resistências que normalmente você encontraria, e retira delas
a legitimidade que porventura tenham conseguido adquirir.
Diante de crises as
pessoas aceitam que os governantes sejam mais agressivos, que se antecipem ao
seu agravamento, que tomem decisões mais duras e até mais antipáticas. Neste
sentido, a crise funciona como um escudo para proteger o governante, pelo menos
em parte, dos inevitáveis desgastes políticos de suas decisões.
sexta-feira, 14 de março de 2014
Orçamento x Democracia
Relatório
do Senador Francisco Dornelles a propostas de Senadores (Tasso Jereissati à
frente), na CAE do Senado: a tramitação pode ser acompanhada em: http://bit.ly/MD0oOa. Ele tem destacado que:
orçamento é um dos pilares da democracia, há séculos. O Brasil é democrático,
mas não se preocupa em atualizar lei que regula o orçamento. Projeto foi objeto
de matéria de Ribamar Oliveira, no Valor (19/06/2012) "Projeto padroniza
processo orçamentário",http://bit.ly/1i9bOZD e do Editorial do Estadão
(20/06/2012) "Projeto no Senado melhora o processo orçamentário" http://bit.ly/MoE0pU
50 Anos da Lei Geral dos Orçamentos
50
Anos da Lei Geral dos orçamentos - Lei 4320 de 17/3/1964 evento promovido pelo
IDP e FGVProjetos em comemoração aos 50 anos da lei que regula o processo orçamentário, contábil e a
administração financeira e patrimonial dos governos brasileiros. A abertura do
evento será realizada pelo Ministro Gilmar Mendes e contará com a participação
de diversos especialistas e autoridades, em Brasília, no dia 18 de março, pela
manhã. O evento será transmitido em tempo real pela internet.
Verificar em: http://bit.ly/1iienZS
terça-feira, 11 de março de 2014
Governo Dilma e o desempenho da economia brasileira: Mediocridade esférica
Recomendo
a leitura do artigo “Governo Dilma e o desempenho da economia brasileira:
Mediocridade esférica” do economista Reinaldo Gonçalves (UFRJ). "Nunca
antes na história desse país, os ricos mandaram tanto capital para o exterior -
algumas dezenas de milhares de brasileiros, de gente rica e muito rica. Por
outro lado, no que se refere ao povo, às massas, não há as alternativas de
sonegação, corrupção, enriquecimento ilícito, lavagem de dinheiro, fuga de
capitais e proteção frente ao risco-Brasil e ao Desenvolvimento às
Avessas..."
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Nota Oficial do Cofecon - Reforma Tributária
Após
debate sobre os Impasses da Reforma Tributária no Brasil, realizado durante a
Sessão Plenária deste 31 de janeiro de 2014, o Conselho Federal de Economia
(Cofecon) torna público o seu posicionamento institucional pela necessidade
iminente do Brasil avançar com celeridade nesta discussão. Institucionalmente
defendemos que este processo colabore para o fortalecimento do pacto
federativo, combata a injustiça tributária no país, resolva o problema da
Guerra Fiscal, avance na discussão do Supersimples e estabeleça mecanismos de
tributação progressiva. Com isto, defendemos o alívio da enorme incidência de
tributos arcados pelos pobres.
Paulo Dantas da Costa
Presidente do Cofecon
quarta-feira, 27 de novembro de 2013
Queda da pobreza e melhoria da distribuição pessoal de renda permite falar em nova classe média?
Participei hoje à tarde, como pauta da 653ª
Plenária Ordinária do Conselho Federal de Economia, do debate “Queda da pobreza
e melhoria da distribuição pessoal de renda permite falar em nova classe
média?”, proferida por Jorge Abrahão de Castro, Doutor em Economia e Diretor da
Diretoria de Planejamento da Secretaria de Planejamento e Investimentos Estratégicos
do Ministério do Planejamento.
De acordo com a sua palestra é possível
concluir que na última década:
1.
Não
houve alteração do estoque de riquezas, na posse do volume de patrimônio. Pelo
contrário, a elite econômica brasileira manteve o seu estoque de riqueza
inalterado. Ou seja, não houve redistribuição, mas sim distribuição, que levou
a diminuição da pobreza e da desigualdade;
2.
A
distribuição da renda que aconteceu é explicada pela dinâmica do mercado de
trabalho (com o aumento do salário mínimo acima da produtividade média do
trabalhador), pelo Programa Bolsa Família (que responde por algo em torno de
0,6% do PIB e atinge 50 milhões de brasileiros), e pela dinâmica previdenciária
recente (também atrelada à questão do salário mínimo);
3.
A
manutenção desta dinâmica distributiva só terá sustentação com a construção de um
cenário de crescimento econômico do país;
4.
Atualmente
o salário mínimo impacta diretamente 30 milhões de trabalhadores e
indiretamente 120 milhões de brasileiros;
5.
Atualmente,
segundo dados do IPEA, a população brasileira está fatiada da seguinte forma:
43% não pobres, 43% vulneráveis e 16% pobres e extremamente pobres;
6.
A
manutenção de parte da população na situação de pobreza e extrema pobreza é
consequência da sua baixa empregabilidade;
7.
A
“nova classe média”, muito mais um instrumento de marketing político, é
composta por trabalhadores que ganham acima de 2 salários mínimos mensais e que
passam a ter um perfil de consumo “similar” ao de uma classe média, explicado,
também, pelo aumento do crédito e do endividamento destas famílias. Em geral
esta “nova classe média” permanece em condição de vulnerabilidade social;
8.
Há
no país uma dicotomia entre o gasto público e a política tributária, os gastos
são progressivos e a tributação é altamente regressiva. Ou seja, com uma mão o
governo dá para os mais pobres e com outra ele tira dos mais pobres que pagam
proporcionalmente mais impostos;
9.
Os
20% mais ricos da população brasileira possuem 63% do estoque da riqueza
nacional, enquanto os 20% mais pobre da população possuem apenas 4,2%;
10.
A perpetuação e a melhoria da distribuição de
renda no país está diretamente vinculada a aspectos relacionados a educação,
reforma tributária, políticas afirmativas e distributivas, salário mínimo, aumento
da empregabilidade e crescimento econômico;
11.
O pagamento de juros e amortizações da dívida
pública, advindas de uma política monetárias ortodoxa com juros elevados,
consolida-se como o pior tipo de gasto público posto apresentar baixo efeito
multiplicador, elevado vazamento, baixo efeito distributivo e pouco retorno
social;
12.
A quantidade de brasileiros beneficiados pela
transferência de renda oriunda do pagamento de juros e amortizações da dívida
pública ainda é uma caixa preta, mas certamente é um número reduzido da
população. Assim, a política monetária ortodoxa condena a sociedade brasileira
à manutenção da elevada desigualdade social existente no país.
quarta-feira, 6 de novembro de 2013
Regime de bandas para o superávit primário?
Começa a ganhar força nos bastidores do
Palácio do Planalto a ideia de instituir um regime de bandas para o superávit
primário, prevendo um intervalo dentro do qual o resultado fiscal efetivo pode
oscilar dependendo do desempenho da economia. Assim, em período de maior
crescimento haveria um superávit maior, e em período de baixo crescimento um
superávit menor. Isto permitiria, certamente, um maior grau de liberdade para a
manipulação da política fiscal, sobretudo com objetivo anti-contracionista.
A ideia inicial do regime de bandas foi posta
pelo economista Nelson Barbosa entre os anos de 2011 e 2012 enquanto era
secretário-executivo do Ministério da Fazenda. Contudo, encontrou pesada
resistência do ministro Guido Mantega. Atualmente, a ideia conta com a simpatia
da ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann. Pessoalmente acredito que esta ideia representa um avanço, ampliando o grau de liberdade na manipulação da política fiscal com objetivo de combater crises econômicas. Amplia, portanto, o poder discricionário do gestor público.
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