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quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Projeto de criação de novos municípios


O Senado Federal aprovou ontem o Projeto de Lei Complementar 98/2002 que define as regras para a criação, incorporação, fusão e desmembramento de municípios.
Somente no estado do Pará tramitam na Assembleia Legislativa 51 projetos de criação de novos municípios, sendo que 24 em situação bem avançada. De acordo com as regras que foram aprovadas no Congresso Nacional, e que segue para sanção da Presidente Dilma Rousseff, a aprovação da criação dos novos municípios será uma responsabilidade do legislativo estadual, desde que respeitem alguns critérios, como a elaboração de Estudo de Viabilidade Municipal (EVM), realização de plebiscito junto a população, população mínima, renda própria e capacidade de cumprir a Lei de Responsabilidade Fiscal.
De acordo com o projeto, não haverá aumento no repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Isto significa que o montante existente deverá ser dividido entre os municípios já existentes e os novos a serem criados.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Marabá em pleno desenvolvimento

Ontem assisti a entrevista do Prefeito João Salame (quase ex-PPS e possível futuro PT) no Programa Argumento do Mauro Bona. Fiquei impressionado com algumas informações dadas pelo Prefeito. Ao que parece a derrocada do Pedral do Lourenço irá acontecer, fato que irá efetivar a Hidrovia do Araguaia-Tocantins e dar nova esperança a respeito da ALPA. Por outro lado, o Prefeito passou uma excelente imagem, dando a impressão de que a gestão municipal deu uma guinada com inúmeras obras que seguem em andamento na região ou tem previsão para início, só para citar algumas: Hidrelétrica de Marabá, pavimentação asfáltica (investimento da ordem de 50 milhões de reais do orçamento municipal), 5 mil casas no Programa Minha Casa Minha Vida, um moderno shopping center, um centro de convenções, a Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará... Não resta dúvida de que Marabá irá se tornar um dos mais importantes entroncamentos logísticos do Brasil. 

quinta-feira, 28 de junho de 2012

DIVULGAÇÃO DE PROCESSO SELETIVO PARA MESTRADO E DOUTORADO - ÁREA REGIONAL E URBANA DO IE/UNICAMP


O Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Econômico do Instituto de Economia da Universidade estadual de Campinas (IE.UNICAMP), inclusive a área de concentração em Economia Regional e Urbana, abriu seu Processo de Seleção de Candidatos ao Mestrado e Doutorado. Os interessados em concorrer devem, primeiro, ler o Edital disponível na Home Page do IE (http://www.eco.unicamp.br/images/stories/arquivos/Edital_de_Seleo_2013.pdf
As inscrições são gratuitas! Isso significa que os candidatos que concorrerão a uma vaga no mestrado do Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Econômico NÃO PRECISARÃO FAZER A PROVA DA ANPEC - Associação Nacional dos Centros de Pós-Graduação em Economia. O processo seletivo neste Programa será operacionalmente o mesmo para os candidatos formados em economia e áreas afins que tratem da temática regional e urbana.
O Processo Seletivo se dará em duas fases eliminatórias. Na 1ª fase serão avaliados os seguintes documentos: projeto de pesquisa, histórico escolar, curriculum vitae (ou Currículo Lattes) atualizado do candidato e uma carta de recomendação. Na 2ª fase serão convocados os candidatos aprovados na fase anterior para realizar duas provas dissertativas e uma entrevista no IE/UNICAMP, em Campinas (SP). Maiores detalhes encontram-se no Edital e na Home Page do IE ou em caso de dúvidas solicitem informações pelo e-mail: posgrad@eco.unicamp.br.

quinta-feira, 31 de maio de 2012

Belém é a pior do país em infraestrutura


Recentemente o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou dados de uma pesquisa elaborada sobre infraestrutura que deixariam qualquer morador crítico da Cidade de Belém literalmente estarrecido. De acordo com a pesquisa “Características urbanísticas do entorno dos domicílios”, realizada com base no Censo Demográfico de 2010, estamos no final da fila! Belém é a capital brasileira com os piores indicadores de infraestrutura urbana. Ficamos na lanterna da pesquisa em oito dos dez indicadores levantados.
De acordo com o estudo 44,5% dos domicílios particulares de Belém possuem esgoto a céu aberto e 10,4% das residências apresentam situação crônica com o acúmulo de lixo. Somos também os piores em iluminação pública (93,7% das residências) e pavimentação asfaltica (69,8% das ruas). Além disto, chama a atenção o fato de que apesar de nossa cidade estar situada em plena Região Amazônica, somos a capital com a menor taxa de arborização, apenas 22,4%.
O que chama mais a atenção é que nossos dados são significativamente piores de cidades com orçamentos, populações e características similares a nossa, como São Luís e Manaus. Daí não há como não fazer relação com a qualidade da gestão pública em nosso município. Pagamos um preço muito alto por estarmos negligenciando o Plano Diretor Urbano, o Código de Posturas do Município, a Lei Orgânica Municipal, e por não implementarmos uma gestão moderna e eficiente em nossa cidade. Aos moradores de Belém só cabe o lamento... 

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Crônicas sobre a corrupção (Parte 3): precisamos mudar a nossa cultura política

Começamos constatando que o Pará, que gerou no ano de 2011 um saldo aproximado de US$ 17 bilhões em sua balança comercial não tem conseguido transformar o seu dinamismo econômico em melhoria da condição de vida de sua população. Muito pelo contrário 1/3 da sua população, quase 2,5 milhões de pessoas, continuam ainda vivendo abaixo da linha de pobreza, em um quadro caótico de exclusão social que estimula o aumento da violência, a favelização de nossas cidades, a economia informal e uma série de mazelas aqui não enumeradas.
Temos uma agenda desafiadora que passa pela reversão deste modelo excludente, diversificação de nossa base econômica, geração de emprego e renda, inclusão social e aproveitamento de nossas potencialidades latentes. Temos a maior reserva hidrológica do planeta, a maior jazida mineral, o maior banco biológico, um potencial agropecuário ímpar, porém um povo que continua em parte pobre e em parte miserável.
Temas fundamentais para a reversão deste modelo não são enfrentados adequadamente: Reforma Tributária, Lei Kandir, a “ilógica lógica” de cobrança do ICMS de energia no destino, Belo Monte os outros 11 projetos hidrelétricos previstos para o estado do Pará, a Reforma Política, e o caos que vem se instalando em todos os sentidos em nossa Região Metropolitana.
O Pará e a Amazônia, apesar de estarem no centro dos interesses mundiais, permanecem na periferia do interesse nacional, submetido a um pacto federativo perverso, gerador de exclusão social e perpetuador da pobreza e da miséria. Ora santuário intocado, ora “almoxarifado” do desenvolvimento alheio, o Pará fica apenas com o ônus da mitigação dos impactos sócio-ambientais dos grandes projetos sem uma devida compensação financeira e social.
Não se pratica uma “alta política” no estado do Pará. A maioria de nossos gestores eleitos e representantes do parlamento não desfrutam de uma visão estratégia para os seus mandatos. Nossos prefeitos rendem-se a política do pão e circo. Grandes obras são anunciadas, demoram muito para serem concluídas, e, quando concluídas, ganham pompa muito acima da realização prática. Falta visão estratégica, falta planejamento urbano e regional. Falta literalmente gestão pública. Não há projetos de governo. Há projetos de perpetuação de poder. E, para isto, na busca da governabilidade, que depende da cooptação da maioria, o governo é fatiado. A indicação política precede a meritocracia. Pessoas sem o mínimo preparo assumem funções estratégicas.
Como decorrência disto, há um estrangulamento do orçamento público municipal. Recursos que estão disponíveis para serem captados em outras esferas são ignorados ou deixam de ser captados, seja por falta de projetos, seja por falta prestações de contas de projetos anteriores, seja em decorrência de prestações de contas rejeitadas, seja pela incompetência de nossos gestores.
Ao lado disto, os já escassos recursos são mal empregados. Grande parte deles nem sequer chegam aonde interessa, na prestação de melhores serviços públicos à população. São represados em nossa ineficiente burocracia pública, quando não sofrem desvios de finalidade em função de grupos de interesses que alimentam a prática da corrupção com a conivência de funcionários públicos cooptados. Com isto, estes recursos não se materializam em melhores serviços públicos, mas vão parar no bolso de “ladrões públicos”, que sempre financiam campanhas políticas com o objetivo de terem “interlocutores” capazes não de trabalharem em prol da coisa pública, mas de se valerem de seus cargos para a apropriação indevida do que é público de forma privada. Esta é a verdadeira privatização do Estado!
A nossa cidade está entrando em colapso. Não é pensada, quanto mais planejada. Respostas vêm somente quando a situação não pode mais ser ignorada, varrida para debaixo do tapete. Chancelamos a gestão reativa, proselitista, e que costuma se perpetuar por meio de práticas populistas e por meio da manipulação de instrumentos de marketing político. As campanhas eleitorais são uma prova disto. O nosso povo não foi educado a votar no candidato que tem o melhor projeto. Aliás, raros são aqueles que se interessam por esta discussão. O voto é ganho na base da emoção e do interesse egoísta e imediatista. Muito dinheiro é gasto na elaboração de um bom programa de televisão, com profissionais de comunicação que falam bem – muitos inclusive vindos de outros estados e que muito pouco conhecem sobre a nossa realidade –, e em um kit básico indispensável (adesivos, bandeiras, carreatas, dentre outros, lícitos e ilícitos). Lamentavelmente ainda se perpetua a prática da compra de votos em que pese à vigilância do Ministério Público Eleitoral.
Esta prática é ainda mais comum nas eleições proporcionais para vereador. Nesta época os pré-candidatos já são procurados e muitos rendem-se ao pragmatismo destas práticas e ofertam ao incauto eleitor ou ao intermediário, muitas vezes um bandido travestido de “líder comunitário” ou representante de grupos, organizados ou não, desde dentaduras, cadeira de rodas, telhas, tijolos, cimento, dinheiro e promessas de empregos ou de facilidades. É uma cultura que já se consolidou em nossa cidade. É uma prática que encarece as eleições e torna quase impossível que um cidadão comum de bem, bem intencionado, com bons projetos para a cidade, concorra a um cargo público eletivo. O poderio econômico acaba determinando muitas vezes o resultado das eleições. Não em prol do bem comum, mas do interesse privado. O voto acaba indo para quem dá mais e não para quem está mais bem preparado. O abuso do poder econômico e as diversas modalidades de crime eleitoral precisam ser combatidos e banidos de nossa sociedade.
Esta mudança, porém, não é fácil. A começar pelo descrédito na política e nos políticos. Precisamos de uma nova cultura política em nossa cidade. O vereador tem por dever legislar e fiscalizar a gestão pública municipal. Infelizmente isto ainda é ignorado por grande parte da população e, por incrível que pareça, por alguns vereadores já em final de mandato.
Não costumamos acompanhar o mandato de quem elegemos para a Câmara Municipal. Raramente os nossos vereadores são procurados para execução do seu dever de ofício. Muitos gabinetes são conhecidos pela formação de filas. É a famosa fila dos pedidos, como se ao abrir a porta dos gabinetes fossem também abertas as “Portas da Esperança”, plagiando Silvio Santos. Mas não é a esperança em uma vida melhor, em uma cidade diferente, em ações efetivas do parlamento municipal e da prefeitura. É a passageira esperança de ver a dor do abandono, do sofrimento, da falta de futuro, amenizada. Nem que seja por meio de um remédio, de uma consulta médica, de uma cesta básica, de alguma facilidade, de uma ajuda financeira, de um “favorzinho” ou de uma colocação política.
A nossa sociedade está alicerçada em um modelo falido. Quem se beneficia deste modelo não tem interesse em mudar efetivamente a vida da população. Muito pelo contrário. Procura perpetuar esta situação de dependência crônica, pois sabe que a sua reeleição não está condicionada a sua capacidade de realizar um bom trabalho como representante do povo, mas na manipulação do mesmo no período eleitoral. Para estes, quanto mais carente e dependente for à população melhor.
A carreira política deve ser abraçada por pessoas altruístas, que querem servir ao público. Querem se dedicar a uma causa nobre e não por aqueles que têm interesses particularistas, que olham apenas a conveniência do cargo, e que querem por meio dele se servir da coisa pública.
Precisamos romper com este circulo vicioso, que perpetua a pobreza e a miséria. Esta cultura da apropriação privada da coisa pública precisa ser combatida. Devemos combater a “politicagem”. Precisamos de uma política diferente. De representantes que tenham capacidade de exercerem bons mandatos em favor da população, que tenham projetos concretos para a cidade, que tenham caráter ilibado e que não se rendam a estas práticas imorais e ilegais.

terça-feira, 10 de abril de 2012

Má gestão domina prefeituras


O Jornal O Liberal de domingo, 08 de abril de 2012, publicou na página do Caderno Poder matéria sobre a qualidade da gestão pública das prefeituras paraenses a partir do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF) que é produzido pela Federação das Indústrias do Rio de Janeiro e que procura medir a qualidade da administração financeira das prefeituras.
O que o índice aponta não é uma novidade. Há muito já venho destacando a precariedade da gestão pública municipal no estado do Pará. Lamentavelmente a gestão pública ainda é tratada na base da politicagem e do amadorismo. Na grande maioria das prefeituras do estado do Pará a meritocracia cede espaço para arranjos políticos, que procuram garantir mínima governabilidade, ou indicações de amigos, parentes e “apadrinhados”. A questão é que cargos que deveriam ser ocupados por especialistas acabam sendo ocupados por pessoas inexperientes e despreparadas. No limite quem acaba sendo prejudicada é a população em virtude da péssima qualidade dos serviços públicos prestados.
Os dados do IFGF atestam que as prefeituras paraenses possuem baixo índice de investimentos, pequena arrecadação própria, costume de rolar as dívidas de ano a ano e elevado custeio, principalmente com o pagamento de funcionários. Ou seja, a finalidade das políticas públicas não é atingida e a maior parte dos recursos acaba sendo cosumida na burocracia pública estéril. Efetivamente o poder de atuação através da prestação de serviços públicos de qualidade é mínimo, o que diga a educação, a saúde e a segurança pública, dentre outros.
Em que pese à queixa de muitos prefeitos relativa à falta de recursos é importante destacar que poucas prefeituras do estado do Pará efetivamente captam recursos que estão disponíveis em Ministérios e outros órgãos federais (lamentavelmente a maior parte dos recursos federais é captada por prefeituras do Sul e Sudeste do país). A maior parte dos gestores das prefeituras paraenses desconhecem as fontes de recursos. Dos poucos que conhecem ou não possuem corpo técnico qualificado para a elaboração de projetos ou estão impedidos de acessaram os recursos por problemas de prestação de contas de recursos anteriormente captados.
Outra reflexão que é possível tirar dos dados levantados pelo IFGF é que a emancipação territorial de muitos municípios beneficiou apenas uma pequena elite política local, principalmente porque os novos municípios já nasceram deficitários e com baixa capacidade para implementação de políticas públicas. Assim, percebe-se que para a maioria dos gestores municipais em primeiro lugar nas gestões públicas municipais normalmente aparecem os interesses particularistas e infelizmente o interesse da maioria da população permanecem como questões secundárias.

terça-feira, 20 de março de 2012

BRT: a pressa e o lamento

Estou espantado com a pressa da Prefeitura para a construção do BRT. Lamento que o tema não tenha sido amplamente debatido pela sociedade. Lamento que o BRT vá inviabilizar o Ação Metrópole. Lamentavelmente este tipo de coisa continua acontecendo em nossa cidade. O que justifica esta pressa toda? Com um cronograma de 18 meses nem a justificativa de entregar na sua gestão o atual prefeito tem. Estas e outras perguntas ainda estão sem resposta. Vamos novamente ser prejudicados por decisões equivocadas tomadas pelos nossos gestores, sem análise técnica consistente, que ignoram alternativas mais viáveis? A população continuará sendo tratada como massa de manobra neste espetáculo do oportunismo e da politicagem? Por que a Câmara de Vereadores, com algumas exceções, demonstrou tamanha passividade ou mesmo omissão neste assunto? Como cidadão faço a minha parte, mas fico aqui a lamentar. Mais uma vez!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Debate do Programa Cidades Sustentáveis sobre mobilidade urbana

Acabei de chegar do debate do Programa Cidades Sustentáveis sobre mobilidade urbana. Ficou muito claro que este é um ponto crítico em nossa cidade. A mobilidade urbana interfere diretamente na qualidade de vida e hoje por falta de intervenções estruturais, concretas e definitivas vemos a cada dia a nossa qualidade de vida piorar.
Qualquer intervenção na área de mobilidade, trânsito, transporte público e acessibilidade deve considerar:
·   A necessidade do debate público e da transparência das ações;
·   A questão da integração dos vários modais;
·   A necessidade de mudarmos o padrão de transporte automotivo, para o uso de transportes públicos coletivos com conforto e qualidade;
·   A necessidade de olharmos para a Região Metropolitana e não somente para Belém;
·   O estudo da viabilidade de implantarmos em Belém o veículo leve sobre trilhos ou o metrô de superfície ou o monotrilho;
·  A valorização em curtas distâncias do uso de bicicletas, sendo para isto fundamental a construção de verdadeiras ciclovias;
·    A relação entre preço e qualidade dos serviços;
·   A necessidade de viabilização de eixos estruturantes, de fácil acesso e rápido tráfego.

terça-feira, 13 de março de 2012

Programa Cidades Sustentáveis: Debate Mobilidade Urbana

Agenda de eventos do Programa Cidades Sustentáveis em Belém

Compartilho agenda de eventos do Programa Cidades Sustentáveis em Belém


Data: 16 de março de 2012
Horário: 08:30h às 12h
Evento: "Programa Cidades Sustentáveis: estratégias para sua implementação". 
Local: Auditório do Instituto de Ciências Jurídicas da UFPA, Av. Perimetral, S/N, Campus Profissional, Guamá.


Data: 19 de março de 2012
Horário: 18h
Tema: Mobilidade Urbana.
Local: Auditório do TRT-8ª Região, Dom Pedro I, Nº 746, Umarizal.


Data: 05 de abril de 2012
Horário: 18h
Tema: Saúde.
Local: Auditório do TRT-8ª Região,  Dom Pedro I, Nº 746, Umarizal.


Data: 19 de abril de 2012
Horário: 18h
Tema: Cultura de Paz. 
Palestrante: Sérgio Besserman (PUC-RJ).
Local: Auditório João Batista, ALEPA.

sábado, 18 de fevereiro de 2012

Nova enquete sobre Belém do Pará

A Cidade de Belém hoje se caracteriza por ser uma metrópole caótica em todos os sentidos. Falta planejamento público e uma visão holística na gestão municipal. Ademais, Belém não pode mais ser vista de forma não integrada com a nossa Região Metropolitana. A ausência destes elementos tem produzido um espaço urbano caótico. Neste sentido, não perdendo de vista que a intervenção urbana precisa ser sistêmica, integrada e holística, o Blog Economia, Política e Religião lança uma enquete com o objetivo de destacar a área hoje mais problemática em nossa cidade. Participe. Vote na área que você acha que precisa de urgente atenção do poder público municipal. Poste nos comentários a sua opinião. Exercite a sua cidadania! 

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Programa Cidades Sustentáveis em Belém


Belém receberá pela primeira vez no dia 6 de fevereiro o Programa Cidades Sustentáveis. O encontro é organizado pela sociedade civil que aproveita as eleições municipais de 2012 para colocar a sustentabilidade na agenda da sociedade, dos partidos políticos e dos candidatos, oferecendo aos futuros políticos uma agenda completa de sustentabilidade urbana associada a indicadores como referências a serem seguidas pelos novos gestores públicos.
             Partidos políticos e pré-candidatos às eleições municipais podem aderir ao Programa Cidades Sustentáveis. O programa é complementado por uma campanha que tenta sensibilizar os eleitores a escolher a sustentabilidade como critério de voto e os candidatos a adotar a agenda da sustentabilidade.
            O encontro acontecerá no auditório do Tribunal Regional do Trabalho - TRT, na Praça Brasil.

sábado, 7 de janeiro de 2012

Crônica: Feliz aniversário Belém do Pará

Eduardo José Monteiro da Costa

 No dia 12 de janeiro de 2012 a Cidade de Santa Maria de Belém completa 396 anos de fundação. É um momento festivo, sem dúvida, mas acima de tudo precisa ser um momento de reflexão. Precisamos olhar a trajetória de nossa cidade e olhar para o nosso futuro. Qual o futuro da Cidade de Belém? Da forma como caminhamos teremos algum futuro?
Há cem anos, no auge do Ciclo da Borracha, Belém foi chamada de Nova York do Sul. Já tivemos uma das cidades mais pujantes e belas do país. Hoje, como belenense, tenho a nítida impressão de que estamos ficando para trás. Mas por quê?
Falta-nos um grande estadista. Alguém que planeje a cidade do hoje e do amanhã. Que pense caminhos e alternativas. Ou seja, mais do que nunca precisamos de planejamento urbano! Não podemos construir uma cidade com base em ações pontuais e apenas reativas. Precisamos de pro-atividade, de inventividade. Precisamos de gestores e representantes políticos realmente comprometidos com o novo. Precisamos de ousadia em nossa capital. Belém precisa ser pensada, planejada, sonhada e reinventada. Em fim, seriamente transformada.
Problemas antigos apenas agravam-se a cada dia. Um exemplo claro disto é o nosso trânsito. Sem falar do problema da informalidade, saúde, segurança publica, transporte público, geração de empregos, dentre outros. Precisamos de uma agenda estratégica para a nossa cidade. E acima de tudo precisamos de ação.
Desejo um feliz aniversário para a nossa Cidade das Mangueiras, também chamada de Cidade Morena. Mas também desejo que a nossa população participe mais de nossa vida política cotidiana e que neste ano vote com consciência, escolhendo representantes mais qualificados, honestos e comprometidos com o social.