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quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Boletim da Indústria Paraense 2014


Divulgo para conhecimento o link do Boletim da Indústria Paraense 2014 elaborado pela FAPESPA: http://www.fapespa.pa.gov.br/sites/default/files/Boletim_da_Industria_Paraense%202014.pdf

A análise, realizada por meio da diretoria de Estudo e Pesquisa Socioeconômica e Análise Conjuntural da Fundação, apresenta os principais resultados do setor, com base nas informações da Pesquisa Industrial Mensal (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Pelo estudo o estado do Pará alcançou o maior desempenho no setor industrial entre os estados brasileiros em 2014. 
Em 2014 a produção física industrial do Pará cresceu 8,1%, em relação ao ano de 2013, variação percentual que superou o obtido a nível nacional, que encerrou o ano com retração de 3,2%. A indústria paraense obteve, inclusive, variação oposta à alcançada nos últimos dois anos, quando foram registradas variações negativas de 1,6% , em 2013 e 2%, em 2012.
No primeiro semestre de 2014, a indústria apresentou crescimento superior ao do ano anterior, principalmente nos meses de abril e maio, período de bom desempenho dos setores de alimentos e bebidas influenciados por datas comemorativas e que antecedem as férias de julho.
O desempenho positivo da Indústria paraense foi impulsionado pela indústria Extrativa Mineral, que encerrou o ano em 10,7%, influenciada principalmente pela extração de minério de ferro, que em 2014 em relação a 2013, apresentou crescimento da quantidade exportada pelo Pará de 3%. Apesar dos resultados positivos nos outros setores, o da Indústria de Transformação vem apresentando retração na atividade produtiva ao longo dos últimos quatro anos e em 2014 apresentou, novamente, resultado negativo.
Além do Pará, os estados do Espírito Santo, Mato Grosso, Goiás e Pernambuco também alcançaram resultado positivo no ano passado.

quarta-feira, 11 de fevereiro de 2015

Transposição das águas do Rio Amazonas


Algumas semanas atrás, com as notícias sobre o estado crítico de abastecimento de água no Sudeste, brinquei com alguns amigos de que não tardaria para alguém propor a transposição das águas do Rio Amazonas para o Sudeste brasileiro. Fiz uma brincadeira em tom de ironia frente ao perverso pacto federativo que a federação brasileira vem impondo a Amazônia como um todo e ao Pará em especial. Tenho ironizado que o Pará foi convidado para entrar no “Jogo do Perde-Perde”. Em todas as ações o estado do Pará sempre resta prejudicado. Perde com a Lei Kandir, perde com a ilógica lógica de cobrança do ICMS da energia no estado de consumo, perde com os pesados ônus das mitigações dos impactos sociais e ambientais dos grandes projetos, perde ao ser tratado apenas como corredor de exportação, perde quando as ações são pensadas somente NA Amazônia e não PARA os amazônidas, pede com o contingenciamento das emendas parlamentares da região. Perde, perde, perde...
Há muito tempo o Pará entrou no “Jogo do Perde-Perde” diante do restante da federação brasileira. Em todas as ações propostas somente perdemos. Ao império o bônus, a colônia o ônus.
Para espanto da população paraense o que parecia algo absurdo virou uma proposta concreta diante deste pacto federativo lesivo. Não podemos mais tolerar estes tipo de comportamento federativo. Tratam-nos sempre como “almoxarifado” do desenvolvimento alheio, fomentam um modelo econômico excludente do ponto de vista social, e deixam para os heróis que habitam esta região os significativos e pesados ônus das mitigações dos impactos sociais e ambientais dos grandes projetos. Não podemos ser eternamente tratados como colônia de exploração do Império Brasileiro.
Este é um desabafo de um amazônida de nascimento, corpo e alma!

 

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Boletim do Comércio Exterior Paraense em 2014


Informo o link de acesso ao Boletim do Comércio Exterior Paraense em 2014 elaborado pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa): http://issuu.com/ascomfapespa/docs/boletim_com__rcio_exterior_paraense?e=5229001/11272494

 Pela publicação, o Pará foi o estado brasileiro a apresentar o segundo maior saldo na balança comercial no ano passado, atrás apenas de Minas Gerais.
No acumulado de 2014, o Pará registrou saldo de US$ 13,293 bilhões, enquanto que a balança comercial mineira alcançou o saldo de US$ 18,319 bilhões. Embora o resultado seja positivo, o saldo paraense foi 9,82% menor do que no ano anterior, quando o superávit comercial do estado encerrou o período em US$ 14,741 bilhões.
Considerando a balança comercial dos municípios, Parauapebas foi o que se destacou na quantidade de exportação no ano passado, quando obteve o maior valor exportado, principalmente do minério de ferro, atingindo a cota de US$ 7,619 bilhões, o que representou 53,43% do total das exportações do estado. Este resultado colocou o município na posição de maior exportador brasileiro e com maior superávit do Brasil em 2014.
No entanto, devido à redução do valor das exportações do minério de ferro, houve uma queda no total das exportações do estado, em relação ao ano de 2013.  O desaquecimento da economia mundial, associado ao aumento do estoque global de aço, depreciou o preço da commodity mineral. A queda do valor exportado pelo estado só não foi maior, devido ao aumento das exportações do minério de cobre, o da alumina calcinada, que variam positivamente 2% e 36%, respectivamente.
Para transações comerciais, o Pará tem como parceiros o Japão, a Alemanha e a China, sendo este último, o país que mais demandou exportações paraenses em 2014, acumulando um total de US$ 4,709 bilhões, correspondendo a 33% de participação da pauta exportadora do estado.
Contudo, as exportações destinadas ao país asiático encerraram 2014 com redução de 14,51%, sendo o minério de ferro o produto de maior influência na queda das exportações para a China, uma vez que representou diminuição de 16,28% do valor da commodity, em comparação com 2013.
A análise do boletim elaborado pela Fapespa aborda o comportamento do saldo da balança comercial do estado, levando em consideração as relações comerciais do Pará com os países de destino e de origem, os produtos exportados e importados.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Boletim do Mercado de Trabalho 2014 – FAPESPA


 Informo que na última quinta-feira a FAPESPA divulgou o Boletim do Mercado de Trabalho 2014 que apontou a dinâmica do emprego na economia paraense. Para acesso ao documento basta acessar o link: http://www.fapespa.pa.gov.br/sites/default/files/Boletim_Mercado_de_Trabalho_2014.pdf

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

Governo do Pará cria hoje o Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Pará


Em reunião que acontecerá hoje às 15h na Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, Minas e Energia (SEDEME), será instalado o Conselho de Desenvolvimento Econômico do Estado do Pará (CDE), órgão colegiado estratégico que irá definir as diretrizes estratégicas para o desenvolvimento do nosso estado.
Ao lado da retomada da lógica do planejamento e da governança colegiada de gestão, o CDE passará a ter papel central na definição das políticas prioritárias de governo.
Participam da reunião de hoje: SEDEME, SEDAP, SECTET, SETUR, SEPLAN e FAPESPA.

sexta-feira, 11 de abril de 2014

Reflexões sobre a atividade mineral no Pará (Parte IV)

       A principal preocupação com o ciclo mineral é que ele é finito. Uma hora vai acabar. Isto significa que nós paraenses e amazônidas ainda não aprendemos com os erros da nossa história. Há cem anos foi o ocaso da borracha, que após gerar a belle époque deixou como legado uma economia subdesenvolvida e deprimida, sem alternativas econômicas e com elevada desigualdade social, ao contrário do café em São Paulo que foi o elemento indutor do processo de industrialização do país. Cem anos após a história tragicamente se repete e atividade mineral no estado não está conseguindo induzir um efetivo processo endógeno de desenvolvimento. A nossa esperança é que este plano que está sendo lançado pelo Governo do Estado enfrente decisivamente estes desafios postos em nossa agenda como sociedade.

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Reflexões sobre a atividade mineral no Pará (Parte III)

     A mineração é uma atividade dita capital intensiva. Ou seja, o número de empregos diretos e indiretos gerados, dado o montante de investimento, é diminuto. Ademais, são empregos qualificados, que boa parte da nossa população não está qualificada para assumir. Ao lado disto observa-se a ausência de condicionantes sociais mais bem pactuados, pouco retorno financeiro para o estado e municípios para promoverem políticas sociais, estando entre elas a educação com a formação de mão de obra qualificada, falta de verticalização da produção e ausência de mecanismos indutores da diversificação da base econômica do estado. Este quadro é alarmante, pois apesar da mineração responder por mais de 30% do PIB estadual e 80% das exportações, responde proporcionalmente por uma parcela diminuta de empregos gerados. Este é um dos fatores que condicionam grande parte da nossa população a continuarem numa situação de exclusão e pobreza, a margem, portanto, da sociedade.

quarta-feira, 9 de abril de 2014

Reflexões sobre a atividade mineral no Pará (Parte II)

        A agenda mineral no Pará é complexa e desafiadora. Precisamos começar repactuando os condicionantes socioambientais dos empreendimentos. Neste ponto, a presença do nível estadual no processo de licenciamento dos projetos é importante. Ao lado disto precisamos rever a isenção de cobrança de ICMS nas exportações minerais. Trata-se de um bem da União, portanto da sociedade, e as empresas não podem deixar de contribuir com a capacidade de promoção de políticas públicas mitigatórias sobre as externalidade negativas de seus empreendimentos. Terceiro, considero fundamental nesta discussão a constituição de um Fundo Regional de Exaustão, para que após o ciclo mineral, haja mecanismos financeiros em condições de manter o dinamismo econômico da região através do incentivo à diversificação da base econômica. Quarto, os empreendimentos mineradores não podem atuar como plataformas de exploração/exportação destituídas de hinterlândia. Neste ponto, estes empreendimentos precisam funcionar como efetivos elementos indutores do desenvolvimento regional e estadual. Neste ponto fica uma observação que considero fundamental. Qualquer plano sério para o setor mineral precisa ir além da mineração, estabelecendo, é bom repisar, mecanismos de verticalização da produção e indução da diversificação da base econômica do estado. Hoje o Pará é excessivamente dependente do setor mineral. E isto é um problema que precisa ser encarado.  

terça-feira, 8 de abril de 2014

Reflexões sobre a atividade mineral no Pará (Parte I)

       A atividade mineral da forma como atualmente alicerçada no estado do Pará ainda é um enclave. Gera poucos efeitos multiplicadores para o restante da economia regional, não incentiva a verticalização da produção e a diversificação da base econômica do estado, funciona como elemento indutor de migração de mão de obra com baixa empregabilidade para o seu entorno, além de não contribui para a capacidade de promoção de políticas públicas mitigatórias por deixar poucos impostos para o estado e municípios, principalmente em função da Lei Kandir. Se isso não bastasse, em paralelo a implantação e operação dos grandes projetos minerais são notórias: a migração desordenada, o inchaço dos núcleos urbanos, o crescimento de favelas, o desenvolvimento da economia informal, o aumento da taxa de criminalidade e a sobrecarga dos serviços públicos.

segunda-feira, 7 de abril de 2014

Lançamento do Plano de Mineração do Estado do Pará 2014-2030


Acontecerá no próximo dia 14 de abril às 19h00, no Espaço São José Liberto (Praça Amazonas), o lançamento do Plano de Mineração do Estado do Pará 2014-2030. Trata-se de um importante avanço institucional realizado pelo Governo do Estado do Pará, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção e da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração.

segunda-feira, 10 de março de 2014

Palestra: Pará Estratégico - uma agenda para o desenvolvimento estadual

      Acontecerá no próximo dia 17 de março, no Auditório B do ICED/UFPA  às 18h30min, a aula inaugural da Faculdade de Economia da UFPA com o tema “Pará Estratégico - uma agenda para o desenvolvimento estadual”, a ser ministrada pela Dra. Maria Amélia Rodrigues da Silva Enriquez.

sexta-feira, 7 de março de 2014

Corecon-Pa realizará 5ª edição do “Dialogando”


“Emprego e renda: impactos na economia paraense” é o tema escolhido para a 5ª edição do Dialogando Economia com a Sociedade, que acontece no dia 11 de março, a partir das 19h, no auditório do Conselho Regional de Economia do Pará. O debate contará com a presença de um representante da Secretaria de Estado de Trabalho, Emprego e Renda, do supervisor técnico do Dieese Roberto Sena e do professor universitário José Stênio. Entre os assuntos que devem ser abordados, merece destaque o cenário atual da geração de emprego e renda no Pará, o modelo econômico do Estado, os indicativos para o desenvolvimento local, entre outras temáticas de interesse social.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

OAB entrará como Amicus Curiae na ADIN da Lei Kandir


Participei no dia de ontem da Sessão Plenária da OAB-PA que discutiu em sua pauta a necessidade de arguir inconstitucionalidade da Lei Kandir e a Lei de Licenciamento Ambiental. A Plenária da OAB deliberou pelo ingresso como Amicus Curiae na ADIN interposta pelo Governo do Estado do Pará. Dentro do que foi deliberado na reunião destaco o encaminhamento do pedido de audiência pública no STF sobre a inconstitucionalidade da Lei Kandir e necessidade de regulamentação das compensações financeiras aos estados. Parabenizo a OAB pela iniciativa. Dada a legitimidade da instituição esta ação reforça a nossa luta contra os prejuízos causados pela famigerada Lei Kandir ao estado do Pará.
 
Obs.: Nesta quinta-feira daremos continuidade a nossa agenda debatendo na sede do Conselho Regional de Economia do Estado do Pará (CORECON-PA), a PEC 92 – Contra a Lei Kandir.

sexta-feira, 31 de janeiro de 2014

DEBATE SOBRE A PEC 92 – CONTRA A LEI KANDIR


No próximo dia 06 de fevereiro, quinta-feira, o Conselho Regional de Economia do Estado do Pará (CORECON-PA) realizará um debate sobre os fundamentos econômicos e legais da PEC 92/2011 – Contra a Lei Kandir, que procura anular a isenção tributária (ICMS) para exportação de commodities minerais.
O palestrante será o autor da PEC, deputado federal Cláudio Puty (PT-PA). Rosivaldo Batista, presidente do CORECON, será o moderador, e Eduardo Costa (COFECON), representante da Frente Popular em Defesa do Pará, e Sérgio Bitar, presidente da Associação Comercial do Pará, participarão como debatedores.
Este é o momento da sociedade paraense se unir em defesa do estado do Pará. Para isto, é fundamental entendermos os fundamentos da PEC 92 para podermos, a partir de um amplo debate democrático, lutar em defesa do Pará por sua aprovação. Participe deste momento democrático e desta agenda cabana.
Aproveitaremos o evento para informar aos presentes o processo de construção de uma frente popular para defender os interesses do estado do Pará, de caráter suprapartidário e supra institucional. 

Dia: 06 de fevereiro, quinta-feira.
Hora: 19h
Local: Casa do Economista, Jerônimo Pimentel 949, entre Tv. Pombal e Soares Carneiro.

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Reunião discute estratégia unificada de luta contra as perdas da Lei Kandir


Aconteceu no final da tarde de hoje, 28/01/2013, uma reunião na Sede da ACP para discutir a construção de um movimento popular para lutar contra as perdas da Lei Kandir no estado do Pará. Participaram da reunião representantes do: CORECON-PA, OAB, ACP, CONJOVE, UNE, CAECON/UFPA, UGT e Movimento Resistência.
Esta frente, que se mobiliza em defesa do Pará, deliberou por um amplo debate sobre o tema que culminará com um ato público e uma marcha popular contra as perdas que o estado do Pará vem sofrendo com a Lei Kandir.
O ato público irá acontecer no dia 20 de março, quinta-feira, na Sede da ACP a partir das 19h. E a marcha popular dia 30 de março, domingo, com concentração a partir das 8h no início da Av. Presidente Vargas, com saída em direção a Praça da República.
Contudo, antes de culminar com o ato público e a marcha popular, a ideia é realizar um amplo debate sobre o assunto, com várias agendas envolvendo palestras, debates, seminários etc. Esta agenda iniciará na semana que vem com duas programações. A OAB discutirá em seu Conselho, dia 04 de fevereiro, a estratégia para entrar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADIN) contra as perdas da Lei Kandir. Já o CORECON-PA promoverá um debate sobre a Proposta de Emenda Constitucional 92 – Contra a Lei Kandir, no dia 06 de fevereiro a partir das 19h na Casa do Economia, Rua Jerônimo Pimentel 949.
Desta forma, convidamos todos àqueles que amam verdadeiramente o estado do Pará a participarem desta agenda. Uma agenda popular, suprapartidária e supra institucional em defesa do nosso estado.
 
Obs.: Todas as entidades que queiram ingressar neste movimento poder entrar em contato comigo por meio do correio eletrônico ejmcosta@gmail.com

quarta-feira, 22 de janeiro de 2014

Exportação mineral do Pará bate recorde: temos o que comemorar?

        De acordo com dados do Sindicato das Indústrias Minerais do Estado do Pará (Simineral) o setor respondeu por US$ 13,9 bilhões do total de US$ 15,8 bilhões exportados pelo Pará em 2013. Somente em termos de minério de ferro, foram exportados, ano passado, 107 milhões de toneladas. Contudo, apesar da mineração responder por 88% da balança comercial do estado muito pouco fica em termos de retorno social destes grandes projetos.
         Ao passo que as nossas riquezas vão embora, ficamos com o ônus social gerado pelas externalidades negativas destes empreendimentos, sem as devidas compensações sociais, ambientais e financeiras. É por isto que estamos construindo um movimento popular contra a Lei Kandir.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Movimento Contra a Lei Kandir


No mês de novembro do ano passado tomei conhecimento do Projeto de Emenda Constitucional - PEC 92 de autoria do Deputado Federal Claudio Puty. Soube da iniciativa pelo jornal. Imediatamente liguei para o parlamentar para parabeniza-lo e para dizer que esta luta não poderia ser somente de um parlamentar ou de um partido, mas sim que deveria ser uma luta suprapartidária capaz de envolver toda a sociedade paraense. Para isto, é fundamental colocarmos as nossas diferenças politicas e ideológicas de lado em prol de uma causa maior.
Naquele momento conversei com o Presidente da Associação Comercial do Estado do Pará (ACP), Sérgio Bitar, e com o Presidente do Conselho Regional de Economia do Estado do Pará (CORECON-PA), Rosivaldo Batista, a respeito. Ambos colocaram as suas instituições a disposição do debate. Posteriormente, recebi apoio do Diretor da Faculdade de Economia da UFPA, Armando Lírio, e dos alunos do Curso de Economia por meio do Centro Acadêmico de Economia (CAECON).
Hoje, dia 20 de janeiro, após uma reunião na Sede da ACP, com o Deputado Claudio Puty para conhecermos os detalhes do projeto, ficou ainda mais evidente a necessidade de organização de um movimento vindo da sociedade civil capaz de envolver diversas organizações e instituições. Hoje, verdadeiramente começou a mobilização do povo do estado do Pará contra a Lei Kandir.
Com este objetivo vamos iniciar um movimento suprapartidário para organizar a nossa luta contra a Lei Kandir. Para isto, pretendemos organizar uma série de discussões sobre o tema, culminando com um ato político e com uma marcha pública. Todos aqueles que queiram contribuir para esta luta estão convidados.

Reunião na ACP sobre a PEC 92 – contra a Lei Kandir


      Hoje à tarde realizamos uma reunião na Sede da ACP sobre a PEC 92 - contra a Lei Kandir. Participaram da reunião o Deputado Federal Cláudio Puty, o Presidente da ACP Sergio Bitar, Fábio Lucio, também da ACP, e eu. Está na hora do estado do Pará se unir em prol desta causa num movimento suprapartidário e supra institucional.

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Programação Completa da comemoração dos 40 anos do NAEA/UFPA


O Núcleo de Altos Estudos Amazônicos – Naea completa 40 anos este ano e como parte das comemorações ocorre de 6 a 8 de novembro no Hotel Sagres em Belém o “Simpósio Naea 40 anos”. O evento pretende discutir temas abordados pelo Naea ao longo destas quatro décadas como políticas públicas, sustentabilidade e desenvolvimento regional na Amazônia.
O Simpósio contará com dois conferencistas internacionais. O primeiro deles é o cientista político Elmar Altvater, da Universidade Livre de Berlim que fará a abertura do evento, no dia 06, falando sobre o “Desenvolvimento Sustentável na Amazônia”. No dia 07, pela manhã, a antropóloga e diretora Programa de Desenvolvimento e Conservação Tropical da Universidade da Flórida, Marianne Schmink fala sobre a “A experiência da Universidade da Flórida na formação de recursos humanos e produção de conhecimento para a Conservação e o Desenvolvimento da Amazônia”.
Durante a programação haverá ainda 8 painéis temáticos na áreas de Gestão Pública e  Desenvolvimento Regional, Migração Internacional na Amazônia, Turismo, Políticas Públicas e Comunidades na Amazônia, Políticas Públicas, Sustentabilidade e Áreas Protegidas, Defesa e Segurança na Amazônia, Mineração e Desenvolvimento Sustentável na Amazônia, Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia. O ultimo painel será uma homenagem aos dois professores fundadores do Naea, Armando Mendes e José Marcelino Monteiro da Costa, falecido em junho deste ano.
NAEA 40 anos – Fundado em 1973 como uma das unidades acadêmicas da Universidade Federal do Pará, o Naea tem como um dos objetivos o ensino e a pesquisa para o auxílio na solução dos problemas regionais amazônicos. É, hoje, uma das maiores instituições que trabalham com desenvolvimento regional no Brasil além de ser referência nas temáticas relacionadas ao desenvolvimento na Amazônia.

 Serviço:

 Simpósio Naea 40 anos

Data: 06 a 08 de novembro de 2013
Local: Hotel Sagres, Av. Governador José Malcher,2927- São Braz, Belém-PA

Informações e Inscrições:
Secretaria do Naea
E-mail: secretaria_naea@ufpa.br
Telefone: (91) 3201-7231 / Fax: (91) 3201-7677

Valores:
Profissionais: R$30,00
Estudantes: R$15,00


Programação Completa

06 de novembro (quarta-feira)

9h – Reunião Ordinária do Conselho Diretor do Fórum de Pesquisa e Pós-graduação em Desenvolvimento Sustentável da Amazônia

12h - Almoço

14h às 18h30min

Reunião Ordinária do Conselho Gestor da Incubadora de Políticas Públicas da Amazônia: Apresentação e Apreciação dos Projetos Prioritários dos nove estados da Amazônia Legal que comporão o Projeto de Consolidação da IPPA: 2014-2016 a ser submetido ao BNDES.

14h  Amapá; 14h20min Amazonas; 14h40min Roraima; 15h  Acre; 15h40min Rondônia

16h – Intervalo

16h30min Mato Grosso; 16h50min Maranhão; 17h10min Pará; 17h30min Tocantins

17h50min – Comentários/Debates

18h30min Mesa de Abertura

Reitor da UFPA; Diretor Geral do NAEA; PROPESP, PROEX, Coordenadores dos dois Programas Strictu Sensu.

18h45min – Conferência de Abertura

Tema: Desenvolvimento Sustentável na Amazônia

Coordenador: Armin Mathis

Conferencista: Elmar Altvater

19h45min – Lançamento de Livros


07 de novembro (quinta-feira)

8:30 Conferência Magistral

A experiência da Universidade da Flórida na formação de recursos humanos e produção de conhecimento para a Conservação e o Desenvolvimento da Amazônia.

Coordenadora: Edna Castro (UFPA)

Conferencista: Marianne Schmink (Universidade da Flórida)

10h – 12h Painéis Temáticos

Painel Temático 1

Gestão Pública e  Desenvolvimento Regional

Coordenador: Josep Pont Vidal (UFPA)

Expositores: Mário Amin (UNAMA), Alex Fiuza de Melo (Gov. do Pará) e Milton Cordeiro Farias (UNAMA)

Painel Temático 2

Migração Internacional na Amazônia

Coordenador: Luis Eduardo Aragón (UFPA)

Expositores: Marília Emmi (UFPA); José Augusto Lacerda (UFPA); Marcel Hazeu (UFPA)

12h Almoço

14h – 16h Painéis Temáticos

Painel Temático 3

Turismo, Políticas Públicas e Comunidades na Amazônia 

Coordenador: Silvio Lima Figueiredo (UFPA)

Expositores: Francisco Fransualdo Azevedo (UFRN); Wilker Nóbrega; Ivani Ferreira de Farias (UFAM)

Painel Temático 4

Políticas Públicas, Sustentabilidade e Áreas Protegidas

Coordenadora: Ligia Simonian (UFPA)

Expositores: Helena Doris Quaresma (UFPA); Elenise Faria Scherer (UFAM); Flávio Bezerra de Barros (UFPA)

16h – Intervalo

16:30 – 18:30 Painéis Temáticos

 
Painel Temático 5

Defesa e Segurança na Amazônia

Coordenador: Durbens Martins Nascimento (UFPA)

Expositores: José Cauby Soares Monteiro (UFPA); Alberto Luiz Teixeira da Silva (UFPA); Ronaldo Carmona (USP)

Painel Temático 6

Mineração e Desenvolvimento Sustentável na Amazônia

Coordenador: Armin Mathis (UFPA)

Expositores: Maria Célia Nunes Coelho (UFRJ); Maurílio Monteiro (UFPA); Adriana Mathis (UFPA)

 
08 de novembro (sexta-feira)

8:30 Painel Temático 7

Políticas Públicas e Desenvolvimento Regional na Amazônia

Coordenador: Fábio Carlos da Silva (UFPA)

Expositores: José Alberto Machado (UFAM); Eduardo Costa (UFPA); Sergio Castro (MIN)

10:30 Intervalo

11h Painel de Encerramento

Homenagem do NAEA aos seus fundadores: Armando Mendes e José Marcelino Monteiro da Costa: NAEA 40 anos: Passado, Presente e Futuro

Coordenador: Fábio Carlos da Silva

Expositores: Heraldo Maués; Francisco Costa; Edna Castro; Luis Aragón; Armin Mathis

13h Encerramento