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quarta-feira, 16 de maio de 2012

Lançamento do Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional edição 2012: homenagem a Rômulo de Almeida


O Ministério da Integração Nacional, o Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento e parceiros estaduais lançarão na tarde de amanhã, dia 17 de maio, o Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional edição 2012: homenagem a Rômulo de Almeida. Na ocasião acontecerá o painel “Políticas Públicas para Redução das Desigualdades Regionais”, a realizar-se das 15h00 às 17h00, no Banco da Amazônia, Auditório Lamartine Nogueira, localizado na Av. Presidente Vargas, 800, 15º andar, Belém-PA.

Confirme a sua presença: (91) 4008 3177

Informações sobre o Prêmio: (61) 3414-5876


Programação

15h00 – 15h30
Sessão de Abertura
·         Ministério da Integração Nacional - MI
·         Banco da Amazônia
·         Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia - SUDAM
·         Secretaria de Estado Integração Regional, Desenvolvimento Urbano e Metropolitano - SEIDURB/PA

15h30 – 17h00
Painel – Políticas Públicas para Redução das Desigualdades Regionais
Palestrantes:
·         Sérgio Castro – Secretário da SDR/MI - Impactos Regionais da Política de
·         Desconcentração de Renda no Brasil: 2000 – 2010; e Prêmio Celso Furtado de Desenvolvimento Regional Edição 2012: homenagem a Rômulo de Almeida.
·         Abidias Júnior – Presidente do Banco da Amazônia - O Olhar do Banco da Amazônia para o Desenvolvimento da Região Amazônica
·         Djalma Mello – Superintendente da SUDAM – Os Incentivos Fiscais como Instrumento de Política para o Desenvolvimento Regional da Amazônia
·         Márcio Godoi Spínola – Secretário da SEIDURB – A descentralização dos Investimentos na Infraestrutura Regional.
·         Moderador: Prof. Dr. Fábio Carlos Silva – Diretor Adjunto do Núcleo de Altos Estudos da Amazônia – NAEA/UFPA


terça-feira, 1 de maio de 2012

Ainda sobre a proposta de incorporação do BASA pelo Banco do Brasil

         O estado do Pará e a Amazônia são hoje um espaço periférico do processo de acumulação capitalista tanto em nível nacional como internacional. Somos uma região subdesenvolvida. E como tal, precisamos que o Estado seja o indutor da reversão deste quadro. Não podemos deixar que os poucos instrumentos que nos restam para intervir nesta realidade sejam eliminados sobre o pretexto de que não atendem as exigências competitivas do mercado. O mercado não resolverá os nossos problemas. Apenas ampliará os nossos péssimos indicadores sociais. Se há erro na condução do BASA precisamos discutir seriamente o seu papel e o seu modelo de gestão. Hoje não há um projeto de desenvolvimento estratégico para a Amazônia e a atuação pífia do BASA e da SUDAM é um reflexo disto. Mas não podemos nos render ao discurso ingênuo ou maniqueísta de alguns que tentam manipular a opinião pública com o objetivo de justificar algumas ações que apenas beneficiaram uns poucos em detrimento da maioria. Como diz um adágio popular: “não podemos junto com a água suja da banheira jogar o neném fora!”.

segunda-feira, 30 de abril de 2012

Banco da Amazônia poderá ser incorporado ao Banco do Brasil


Corre notícia oficiosa de que está ganhando força o movimento de incorporação do Banco da Amazônia (BASA) pelo Banco do Brasil. Na última sexta-feira participei de reunião com os representantes da Associação dos Empregados do BASA (Aeba), com representante do Sindicato dos Servidores do Banco, com o Presidente do Conselho Regional de Economia, o economista Antonio Ximenes, e com o Deputado Federal Arnaldo Jordy. Como encaminhamento da reunião foi deliberado à realização de uma audiência pública na Câmara Federal sobre o tema e a realização de um seminário em Belém do Pará para esclarecer o assunto.
A sociedade paraense a os amazônidas não podem deixar isto acontecer. Podemos ter inúmeras críticas quanto ao funcionamento do BASA que hoje vive uma séria crise de identidade, não funcionado adequadamente como instituição de fomento ao desenvolvimento da região. Mas o fato do BASA não conseguir executar com eficiência a sua missão não quer dizer que devamos aceitar a sua incorporação por um Banco que apesar de público funciona pela lógica de mercado do sistema financeiro. Este fato é consequência sem dúvida de uma falta de visão estratégica do país para a Amazônia, da falta de uma visão crítica sobre si mesma da sociedade amazônica e da falta de visão estratégica como instituição de fomento ao desenvolvimento do BASA. Para o bem da Amazônia o BASA não deve ser incorporado pelo Banco do Brasil e sim ter um choque de gestão capaz de reposicionar a sua visão estratégica ante aos desafios de desenvolvimento da Amazônia!

quarta-feira, 4 de abril de 2012

Vídeo sobre a entrega da Primeira Edição do Prêmio Nacional de Desenvolvimento Regional - Celso Furtado

O Prêmio Nacional de Desenvolvimento Regional - homenagem a Celso Furtado, outorgado pelo Ministério da Integração Nacional, foi entregue aos vencedores no dia 01/12/2010 durante cerimônia no Auditório Oeste do Palácio do Planalto, em Brasília, com presença do Presidente Luiz Inácio Lula do Silva, do Ministro da Integração, João Santana, deputados federais, da viúva de Celso Furtado, Rosa Freire D’Aguiar Furtado, do Presidente do Banco da Amazônia, Abidias Júnior, membros da comissão julgadora do Prêmio e centenas de convidados. Entre os premiados estava o economista paraense Eduardo Costa, que concorreu com a Tese “Políticas públicas e o desenvolvimento de arranjos produtivos locais em regiões periféricas” pela Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). 





Fotos da entrega da premiação:


quarta-feira, 14 de março de 2012

Antonio Ximenes eleito para o Conselho de Administração do BASA


No dia de ontem, 13 de março, o amigo e economista Antonio Ximenes foi eleito para o Conselho de Administração do Banco da Amazônia S/A (BASA). Eleito pela ampla maioria dos votos dos funcionários, o Ximenes, como gosto de chamá-lo, terá a dura missão de no Conselho de Administração do BASA ser a voz da sociedade paraense. O BASA não pode atuar com uma lógica de banco comercial. A sua função é a de ser uma instituição de fomento ao desenvolvimento da Amazônia. Boa sorte ao colega Ximenes!  

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Comissão de Economistas Projetistas do CORECON-PA realiza reunião para discutir aumento de taxas cobradas pelo Banco da Amazônia

Representar a Instituição e defender os interesses da classe. Estes foram os principais objetivos da Comissão de Economistas Projetistas do Conselho Regional de Economia do Estado do Pará (CORECON-PA) ao realizar o encontro que reuniu economistas, engenheiros, avaliadores, representantes de entidades de classe e demais profissionais preocupados com as recentes medidas adotadas pelo Banco da Amazônia com relação a cobrança de tarifas sobre estruturação de projetos, avaliação de garantias, fiscalização de empreendimentos, além da suspensão do financiamento de capital de giro puro para médias e grandes empresas.
 O Fundo Constitucional de Financiamento do Norte (FNO) é a principal fonte de recursos financeiros estáveis para crédito de fomento, destinado para atender as micros, pequenas, médias e grandes empresas que desenvolvem atividades de baixo impacto ambiental nos setores mineral, industrial, agroindustrial, turístico, infraestrutura, comercial e de serviços.


 O Banco da Amazônia S/A, agente financeiro exclusivo do FNO, estava cobrando taxa de análise no valor de 1% sobre o valor total do projeto, taxa que foi obrigado a extinguir da sua lista de tarifas por determinação Advocacia Geral da União - AGU, mas para surpresa dos empresários da região e dos profissionais que atuam em elaboração de projeto, o Banco volta com a carga cobrando agora 1% do valor total do projeto, sobre um serviço estranho denominado pelo Banco de estruturação da operação, que deverá ser pago no ato do protocolo do projeto, alem de outras taxas para operações de crédito de fomento, tais como 0,50% sobre a validação dos Laudos Técnicos de Avaliação de Garantia, 0,50% para avaliação de bens, mais 1% sobre cada visita técnica (fiscalização) relativa a vistoria de aplicação de cada parcela liberada do financiamento. Tal procedimento do Banco é considerado estranho para os empresários e projetistas, por que o banco já é remunerado pelo Fundo em 3% ,  taxa esta que já está embutida na taxa de juros definida pelo CONDEL-SUDAM que é quem define as políticas de aplicação do FNO.
O engenheiro Albert Puty classifica as taxas cobradas pelo BASA com entraves ao mercado de trabalho do projetista e explica: “Nós, como prestadores de serviços sentimos esse problema devido ao entrave na redução da demanda por crédito de fomento, isso reduz o nosso mercado de trabalho”.
De acordo com o economista Carlos Vicente Cidade, a área de projeto é um dos principais nichos de mercado que existe hoje para o economista. A consultoria em elaboração de projetos é um mercado multidisciplinar que agrega profissionais de diversas áreas. “O FNO é um instrumento de financiamento que torna o crédito mais barato e o custo é menor do que em outras instituições financeiras. Portanto, a partir do momento que o BASA aumenta a sua tarifa, automaticamente encarece o crédito e conseqüentemente o valor do projeto. Essa é uma política ruim tanto para a região pela dificuldade na aplicação do crédito, quanto para o mercado de trabalho, pois afeta diversos profissionais, principalmente os economistas projetistas e os avaliadores de bens para garantias reais”, explicou.
“A reunião foi de suma importância para os economistas projetistas, pois colocou em pauta os entraves criados pelas taxas estipuladas pelo Banco, além de “nos manter atualizados e informados sobre a mudança nos processos dos projetos econômicos que de alguma maneira nos prejudicam enquanto economistas projetistas”, ressaltou a economista Guaraciaba Silva Sarmento. 


O engenheiro Vitor Mello, que atua paralelamente ao economista como avaliador de bens hipotecários para dação em garantia, diz ser esta área uma das mais afetadas com o aumento da taxa. “Esse debate é importante tanto para a classe dos engenheiros avaliadores, quanto para a dos economistas, pois todos nós somos afetados com isso e juntos podemos agregar propostas de solução para esta questão”. 
O Conselheiro e Coordenador da Comissão de Economistas Projetistas do CORECON-PA, Nélio Bordalo Filho, destaca que as taxas em vigor oneram substancialmente os projetos. “Os empresários devem pagar a taxa de 1% de estruturação da operação no ato de protocolização do projeto, além do percentual incidir sobre o investimento total do projeto, portanto incide sobre os recursos a serem pleiteados no Banco e recursos próprios dos empresários”, explicou. Ele acrescentou ainda, “que caso o projeto seja indeferido pelo Banco, o valor pago não é devolvido ao cliente. Em uma simulação de um projeto com investimento total de R$50 Milhões, a taxa é de R$500 mil reais. Uma soma significativa mesmo para uma empresa de médio ou grande porte”.
Outro aspecto relevante a ser destacado é a sustação de aplicação de recursos para capital de giro para empresas de Grande e médio porte, o que é um contra-senso, pois prejudica sobremaneira as micro e pequenas empresas também, uma vez que estas são fornecedoras das medias e grandes empresas, quer seja em serviços ou em produtos necessários as  suas atividades, destaca o conselheiro.
Por se tratar de um assunto polêmico, serão realizadas outras reuniões para definição de estratégias a serem adotadas.

Fonte: Assessoria de Comunicação do CORECON-PA

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Comissão de Economistas Projetistas do CORECON-PA participa de audiência com o Presidente do COFECON

O Presidente do Conselho Federal de Economia (COFECON), o economista Waldir Gomes, juntamente com o Presidente do Conselho Regional de Economia do Estado do Pará (CORECON-PA), o economista Eduardo Costa, em conjunto com a Comissão de Economistas Projetistas, representada pelos economistas Antônio Ximenes, Nélio Bordalo e Patrícia Godoy e o Vice-Presidente da Federação Nacional dos Economistas (FENECON), Edson Roffé participaram no dia 04 de novembro da audiência com os representantes do Banco da Amazônia (BASA), o Diretor responsável pela área de projetos Eduardo Cunha e o Gerente Executivo Daniel Franco.

 
A reunião teve como objetivo tratar da prerrogativa do economista na elaboração de projeto de viabilidade econômico-financeira e de assuntos relevantes para a categoria de economistas, atribuindo enfoque especial à Anotação de Responsabilidade Técnica (ART) nos projetos de viabilidade econômico-financeira financiados pelas instituições financeiras.

Texto: Andressa Ferreira – Assessora de Comunicação do CORECON-PA

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Aberta seleção pública de projetos para patrocínio do Banco da Amazônia

O Bando da Amazônia abriu seleção pública de projetos para patrocínio no ano de 2012. As inscrições estarão abertas no período de 01.09.2011 até 30.09.2011. O montante de recursos para este certame e de até R$ 5.300.000,00 para atender até 200 projetos. A validade do Edital para a realização dos projetos contemplará somente o exercício de 2012.
O Banco da Amazônia concentrará suas ações de patrocínio em 2012, para efeito do que dispõe o Edital, em cinco áreas estratégicas de atuação, que são: Feiras e Exposições Agropecuárias, projetos Cultural, Social, Esportivo, Ambiental e Eventos em geral. Todas as ações deverão ser desenvolvidas em parceria com os diversos atores sociais também comprometidos com o desenvolvimento sustentável da Amazônia.

Para maiores detalhes o edital pode ser acessado no sitio do banco: http://www.basa.com.br/

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Inscrições ao Prêmio Samuel Benchimol poderão ser efetuadas até o dia 30 de setembro

As inscrições aos Prêmios Professor Samuel Benchimol e Banco da Amazônia foram prorrogadas e poderão ser efetuadas até o dia 30 de setembro (sexta-feira).
Instituído em 2003 pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e Banco da Amazônia, com o apoio da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Serviço Brasileiro de Apoio à Micro e Pequena Empresa (Sebrae), o Prêmio Samuel Benchimol está dividido nas categorias Ambiental,  Econômica/Tecnológica e Social.
O Prêmio Samuel Benchimol tem como objetivos promover a reflexão sobre as perspectivas econômicas, tecnológicas, ambientais, sociais e de empreendedorismo para o desenvolvimento sustentável da região amazônica; fomentar a interação permanente entre os setores governamentais, empresariais, acadêmicos e sociais da região amazônica; identificar, analisar, selecionar e divulgar projetos de interesse empresarial e oportunidades de investimento a potenciais financiadores, públicos ou privados;  e agraciar pessoas que se destacam no desenvolvimento sustentável da região amazônica.
Já o Prêmio Banco da Amazônia de Empreendedorismo Consciente inclui quatro naturezas de premiação. As duas primeiras para a identificação de projetos com abordagem integrada ou não, a terceira para o reconhecimento de empresas na Amazônia. E a última, como suporte ao desenvolvimento regional, estimula projetos inovadores nos setores econômico e educacional.

SERVIÇO: Mais informações e regulamento, bem como os valores da premiação para cada categoria, estão disponíveis no site http://www.amazonia.desenvolvimento.gov.br