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terça-feira, 20 de março de 2012

BRT: a pressa e o lamento

Estou espantado com a pressa da Prefeitura para a construção do BRT. Lamento que o tema não tenha sido amplamente debatido pela sociedade. Lamento que o BRT vá inviabilizar o Ação Metrópole. Lamentavelmente este tipo de coisa continua acontecendo em nossa cidade. O que justifica esta pressa toda? Com um cronograma de 18 meses nem a justificativa de entregar na sua gestão o atual prefeito tem. Estas e outras perguntas ainda estão sem resposta. Vamos novamente ser prejudicados por decisões equivocadas tomadas pelos nossos gestores, sem análise técnica consistente, que ignoram alternativas mais viáveis? A população continuará sendo tratada como massa de manobra neste espetáculo do oportunismo e da politicagem? Por que a Câmara de Vereadores, com algumas exceções, demonstrou tamanha passividade ou mesmo omissão neste assunto? Como cidadão faço a minha parte, mas fico aqui a lamentar. Mais uma vez!

segunda-feira, 19 de março de 2012

Debate do Programa Cidades Sustentáveis sobre mobilidade urbana

Acabei de chegar do debate do Programa Cidades Sustentáveis sobre mobilidade urbana. Ficou muito claro que este é um ponto crítico em nossa cidade. A mobilidade urbana interfere diretamente na qualidade de vida e hoje por falta de intervenções estruturais, concretas e definitivas vemos a cada dia a nossa qualidade de vida piorar.
Qualquer intervenção na área de mobilidade, trânsito, transporte público e acessibilidade deve considerar:
·   A necessidade do debate público e da transparência das ações;
·   A questão da integração dos vários modais;
·   A necessidade de mudarmos o padrão de transporte automotivo, para o uso de transportes públicos coletivos com conforto e qualidade;
·   A necessidade de olharmos para a Região Metropolitana e não somente para Belém;
·   O estudo da viabilidade de implantarmos em Belém o veículo leve sobre trilhos ou o metrô de superfície ou o monotrilho;
·  A valorização em curtas distâncias do uso de bicicletas, sendo para isto fundamental a construção de verdadeiras ciclovias;
·    A relação entre preço e qualidade dos serviços;
·   A necessidade de viabilização de eixos estruturantes, de fácil acesso e rápido tráfego.