quinta-feira, 27 de outubro de 2016

1 ano de Geac 👏

O Grupo de Trabalho Interinstitucional de Estudos e Análise Conjuntural (Geac), promovido mensalmente pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisa do Pará (Fapespa), completou um ano este mês. Após 12 edições de grande êxito com a presença de representantes de entidades empresariais, órgãos públicos e agentes financeiros, continuamos fortalecendo a missão de agregar valor às estimativas e projeções de indicadores econômicos, subsidiando o atendimento de demandas da gestão estadual e contribuindo para o acompanhamento da conjuntura socioeconômica do estado do Pará. 

Ontem à tarde, no auditório da Secretaria de Planejamento (Seplan), foi realizada a edição especial de aniversário, que apresentou informes conjunturais (Fapespa), Índice de Preço ao Consumidor (Fapespa), Índice de Atividade Econômica Regional Pará (Banco Central) e as Metas Fiscais do Estado do Pará (Seplan). Agradeço a todos os parceiros que contribuíram para este excelente trabalho ao longo desse um ano. E que venham mais edições do Geac!





segunda-feira, 24 de outubro de 2016

Mostrando o Pará – Marabá/entrevista com o professor José Otávio Pires

“Mostrando o Pará – Marabá/entrevista com o professor José Otávio Pires”
Apresentação: Professor Eduardo Costa

No município de Marabá, no Sudeste paraense, a 485 km de Belém, localiza-se a sede da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa), que tem fundamental importância para o desenvolvimento e para o fortalecimento da pesquisa científica no estado. Essa região tem grandes investimentos e muitos eventos econômicos, tornando, assim, essencial a formação de mais e mais pesquisadores que atuem na área das Ciências Econômicas.

É neste cenário que o Mostrando o Pará de hoje apresenta um bate-papo com o Professor Doutor José Otávio Pires, professor do curso de Economia da Unifesspa, que falou sobre a importância do curso, que oferece estruturação nas áreas de Desenvolvimento regional e local e políticas públicas; ação conjunta (solidária) e a competitividade de micro, pequenos e médios empreendimentos; Teoria econômica; e Elaboração, análise e avaliação de projetos.

Como um dos maiores especialistas no Pará sobre estudo de cadeias e arranjos produtivos locais, o professor também destacou o caráter de ineditismo da Unifesspa sobre o programa pedagógico que tem a disciplina de arranjos produtivos locais, citando quais os arranjos e setores estratégicos que viabilizam a verticalização da produção, agregação de valores, internalização de riqueza e renda e a construção de um estado mais desenvolvido.

O pesquisador também explicou a importância da disciplina de Economia Indígena, que é oferecida pela primeira vez no país por meio da Unifesspa. Como professor da disciplina, ele nos alertou o quanto essa cultura é rica e o quanto nós podemos aprender com ela, especialmente porque existe uma significativa população indígena em torno da cidade.

Confira!

terça-feira, 11 de outubro de 2016

3º Congresso Internacional do Centro Celso Furtado - Painel 9

Nos dias 15 e 16 de setembro, o Centro Internacional Celso Furtado de Políticas para o Desenvolvimento realizou, na a Universidade Federal do Amazonas (Ufam), a terceira edição de seu Congresso Internacional. Com mais de 300 participantes, o evento teve como tema geral "Amazônia Brasileira e Pan-Amazônia: Riqueza, Diversidade e Desenvolvimento Humano".

Durante o segundo dia de programação, no Painel 9, apresentei a conferência sobre "Amazônia e pacto federativo: questões tributárias, repartição de receitas, diretrizes orçamentárias e contingenciamentos". Com coordenação de Ronney Cezar Campos Peixoto (SEPLAN-CTI), a palestra ressaltou que a Amazônia, vista ainda de forma caricatural, permanece na periferia do interesse estratégico da federação brasileira e como o arranjo federativo perpetua essa situação.

Confira o vídeo da conferência:

Prêmio Nobel de Economia 2016 👏

Pesquisas que ajudaram no entendimento de como contratos contribuem para o melhor funcionamento da economia foram reconhecidas pelo Prêmio Nobel de Economia de 2016. O anúncio, feito ontem pela Academia Real Sueca de Ciências, em Estocolmo, concedeu o prêmio aos economistas Oliver Hart, 68, da Universidade Harvard, e Bengt Holmström, 67, do MIT (Massachusetts Institute of Technology).

A pesquisa do britânico Hart é focada no papel que a estrutura acionária e os arranjos contratuais têm sobre a governança das empresas. Ele é reconhecido por mostrar, com estudos feitos na década de 80, que falhas contratuais ocorrem em situações em que não é possível registrar e prever todas as informações possíveis no papel.

Já o finlandês Holmström realizou estudos considerados importantes, no fim da década de 1970, sobre incentivos que movem os agentes no mundo corporativo. Ele demonstrou que os acionistas de uma empresa não conseguem acompanhar todas as ações de seus executivos. Com base em sua pesquisa, ficou clara a importância do estabelecimento, por exemplo, de mecanismos de remuneração vinculados ao desempenho dos funcionários.

Muito bom ver a Economia se fortalecendo com o reconhecimento de grandes pesquisas 👏

sexta-feira, 7 de outubro de 2016

Museu Goeldi lança edital para curso de Comunicação Científica

A Coordenação de Pesquisa e Pós-Graduação (CPPG) e o Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade e Evolução (PPGBE) do Museu Paraense Emilio Goeldi (MPEG) divulgaram na quarta-feira, 5, o edital de seleção do curso para desenvolvimento de habilidades de comunicação científica, que é oferecido pelo Fundo Newton, do Reino Unido, com apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Pará (Fapespa). A seleção é voltada para pesquisadores, estudantes e bolsistas vinculados à instituição ou a outros institutos de pesquisa e ensino do Estado do Pará.

O curso será realizado de 21 a 23 de novembro de 2016, no Campus de Pesquisa do Museu Goeldi, em Belém. Os interessados nas vagas devem ter currículo atualizado na Plataforma Lattes do CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) e apresentarem nível B2 de proficiência em língua inglesa, a ser avaliado por meio do teste Online Placement Test (OPT), dentre outros critérios.

Os interessados devem se inscrever até o dia 5 de novembro, pelo e-mail albernaz.ppgbe@gmail.com. No e-mail de solicitação devem constar o nome completo, universidade, nível acadêmico e ano de obtenção da titulação mais alta, área de pesquisa, e-mail e link para o currículo lattes do candidato, além de um parágrafo de até 7 linhas descrevendo a motivação para participar do curso. Não serão aceitas inscrições realizadas por qualquer outro meio, tampouco após o prazo final de recebimento estabelecido no edital.

Uma excelente oportunidade para aumentar o alcance e o impacto das pesquisas, incluindo a comunidade científica local e, também, a internacionalização de resultados e ações de pesquisa!

Inscrições do curso para desenvolvimento de habilidades em comunicação científica (Fundo Newton/Fapespa)
Inscrições: pelo e-mail albernaz.ppgbe@gmail.com
Período de inscrição: 6 de outubro a 5 de novembro de 2016
Duração do curso:de 21 a 23 de novembro de 2016, manhã e tarde
Local: Campus de Pesquisa do Museu Paraense Emílio Goeldi (Avenida Perimetral, nº 1901, bairro Terra Firme, Belém)
Edital disponível em: www.museu-goeldi.br/portal/content/museu-goeldi-lan-edital-para-curso-de-comunica-o-cient-fica


Eu apoio as 10 medidas contra a corrupção!

O Ministério Público Federal propôs as 10 medidas para combater a corrupção no Brasil. Mas elas precisam virar Lei! No vídeo abaixo, alguns artistas se unem para apoiar essa causa! Vamos seguir esse exemplo! Sua manifestação é muito importante!

No dia 10 de outubro, compartilhe e publique frases de apoio às 10 medidas! Veja o vídeo e saiba quais são elas!

Mais informações:

#LutePelas10Medidas

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Reforma política - "passos de tartaruga"


O debate da Reforma Política, entendida por alguns como a "mãe de todas as reformas", se arrasta a passos de "tartaruga" no Congresso Nacional. E a demora no encaminhamento de um sério projeto de emenda constitucional sobre o tema abre espaço para o desvirtuamento do processo.

Ontem o presidente do PSD, ministro Gilberto Kassab, propôs a criação de um fundo especial para financiamento público de campanhas políticas na ordem de R$ 3,2 bilhões, que se somaria ao já existente Fundo Partidário da ordem de R$ 800 milhões.

Essa tenebrosa medida me parece no mínimo inoportuna, principalmente num período no qual há uma generalizada crise fiscal. Este ano, o déficit público da União será superior a R$ 170 bilhões. Mais uma vez, alguns políticos caminham na contramão da opinião pública e da necessidade do país.

Precisamos de menos dinheiro para partidos políticos e de mais dinheiro para saúde, educação e ciência e tecnologia!

Parabéns pelos 150 anos, Museu Goeldi!

Há 150 anos, no dia 6 de outubro de 1866, foi inaugurado, em Belém, o Museu Paraense Emílio Goeldi, que é a Instituição de ciência mais antiga da Amazônia. Com espaços de pesquisa, lazer e educação, o Museu merece todo o reconhecimento possível enquanto referência internacional em ciências e pesquisas científicas que valorizam o contexto amazônico.

Parabenizo a todos os funcionários, dirigentes, pesquisadores e colaboradores que fazem desse instituto de pesquisa uma das três maiores instituições brasileiras em termos de coleções científicas. Aproximadamente, são 4,5 milhões de itens tombados em 18 coleções científicas, que abrangem coleções etnográficas, arqueológicas, linguísticas, de minerais e fósseis, documentais, e biológicas.



Nesta quinta-feira, no Parque Zoobotânico, foi realizada uma programação especial aberta ao público. Agradeço pelo convite e pela oportunidade de poder conhecer um pouco mais desse excelente trabalho, confraternizando com a equipe e com os visitantes em um dia tão especial!

Dentre alguns destaques da festa: o lançamento da primeira etapa da pintura dos muros e das edificações históricas, como parte do “Projeto Vitória Régia”; a abertura do “Salão 150 anos”, que é dedicado às ações, itens e vídeos especiais do aniversário; e a inauguração do “Espaço Goeldi 150”, uma parceria do ProGoeldi com a Imerys Caulim para a reabertura da Livraria do Museu; e o “Café Beneficente”, onde os visitantes podem apreciar a culinária regional ao mesmo tempo que contribuem para a revitalização do Parque. Além das novas instalações físicas, o “Espaço Goeldi 150” conta com endereço virtual para doações: www.espacogoeldi150.org.

terça-feira, 4 de outubro de 2016

Fapespa, OAB-PA e Escola Superior de Advocacia assinam protocolo de intenções

A Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisa (Fapespa) assinou na sexta-feira, 30 de setembro, um protocolo de intenções  com a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PA) e com a Escola Superior de Advocacia (Esa). O documento foi assinado no plenário Aldebaro Klautau na abertura do III Colégio de Presidentes de Comissões Temáticas da OAB-PA pelo presidente Alberto Campos e por Eduardo Costa, presidente da Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisa.

O protocolo visa potencializar a atuação da Comissão de trabalho da Ordem dos Advogados, valorizando e criando mais condições para o fortalecimento da Advocacia no estado do Pará. Além disso, busca subsidiar a elaboração de políticas públicas e o desenvolvimento de ações em prol do estado a partir do intercâmbio de informações e atividades a serem executadas dentro desta cooperação técnico-científica e jurídica.

Fico muito satisfeito em ver uma parceria como essa, que inaugura uma nova etapa nas relações entre as duas instituições e legitima a parceria que está bem consolidada. Vale sempre destacar que a Fapespa é responsável pelo monitoramento e execução do Plano Plurianual do Pará, bem como financia cerca de 1200 bolsas de estudos em várias graduações. Esse esforço tremendo de formação de capital movimenta em torno de R$ 23 milhões.




Fapespa lança nota técnica em alusão aos 20 anos da Lei Kandir

Os malefícios da Lei Kandir ao Estado do Pará ganharam grande repercussão no mês de setembro. Dia 20, a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa) lançou a Nota Técnica “Estimativa das Perdas de Arrecadação dos Estados com as Desonerações nas Exportações da Lei Kandir (1997 – 2015)” durante o painel “Os 20 anos da Lei Kandir”, promovido em parceria com a Escola Superior de Advocacia, da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-PA), o Conselho Regional de Economia (Corecon-PA/AP) e a Escola Superior de Magistratura, que  transmitiu em tempo real o evento. 
Inúmeras informações são compartilhadas por meio deste estudo que mostra o montante acumulado das perdas até o mês de dezembro de 2015. Nestes vinte anos de Lei Kandir, o Pará deixou de arrecadar em ICMS a quantia de R$ 44,1 bilhões. Somente no ano de 2015, a perda foi de R$ 3,9 bilhões. O tamanho da perda, excluindo-se o montante da energia gerada no estado e tributada no local de consumo, representou, no período de 2010 a 2015, uma média anual equivalente a 29,8% da Receita Corrente do Estado.
Gostaria de deixar claro que, ao mesmo tempo em que a Lei Kandir ajudou no equilíbrio das transações correntes do Brasil com o resto do mundo, ela passou a prejudicar fortemente os estados com uma base econômica primária exportadora, como é o caso do Pará. A Nota Técnica tem por objetivo contabilizar quantos estados brasileiros perderam entre 1997 até dezembro de 2015. O objetivo da fundação é apresentar esse material para instrumentalizar a sociedade paraense com informações que permitam conhecer um pouco mais sobre o assunto.
O painel contou com a presença do Presidente da Ordem, Alberto Campos; o Secretário Extraordinário de Estado de Governo e Assuntos Institucionais, Helenilson Pontes; o Deputado Federal Arnaldo Jordy; o presidente do Corecon-PA/AP, Nélio Bordalo Filho; a Diretora Geral da ESA, Cristina Silvia Alves Lourenço; dentre outras autoridades. 
Também gostaria de destacar três formas para reverter esse quadro. A primeira diz respeito à mudança da legislação, por meio de um projeto de emenda constitucional com o objetivo de voltar a tributar commodities agrícolas e minerais. A segunda é a regulamentação do anexo da lei também por meio de um projeto de Lei que passe a regulamentar as perdas que os estados tem com a Lei Kandir. E a outra refere-se a ADO que o Governo do Estado impetrou em 2013, também forçando o congresso nacional a normatizar uma legislação compensatória em relação a lei.
A Lei Kandir entrou em vigor no dia 13 de setembro de 1996 e tem como principal objetivo desonerar da cobrança de Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Prestação de Serviços (ICMS) as exportações de bens primários e semielaborados e a regulamentar a cobrança do ICMS de energia no estado de consumo.
Confira a cobertura do evento na TV Fapespa:

segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Mostrando o Pará – Tucuruí/entrevista com André Fontana

Tucuruí, no sudeste do Pará, é um município extremamente importante para a dinâmica econômica do estado, especialmente em função da Usina Hidrelétrica de Tucuruí, construída e operada desde 1984, aproveitando o potencial do rio Tocantins. Além de ser uma referência no quesito desenvolvimento, a localidade apresenta uma beleza fantástica.

É neste cenário de grandes potencialidades, diante da hidrelétrica e do lago artificial do município, que o Mostrando o Pará desta semana apresenta uma entrevista com André Fontana, Secretário de Meio Ambiente de Tucuruí, que falou sobre os desafios para o desenvolvimento da cidade, sobre as Eclusas de Tucuruí, a expectativa de navegabilidade no rio Tocantins, além da questão da sustentabilidade e do turismo ecológico.

Confira!

sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Danos causados pela Lei Kandir - Entrevista ao Jornal Cultura

A Lei Kandir precisa ser compreendida e debatida! Vale sempre destacar os inúmeros prejuízos que ela causou ao Pará. Ao longo de 20 anos, o estado deixou de arrecadar em ICMS a quantia de R$ 44,1 bilhões.
Foi esse o tema da entrevista que concedi ontem, ao vivo, ao Jornal Cultura. A partir da Nota Técnica “Estimativa das Perdas de Arrecadação dos Estados com as Desonerações nas Exportações da Lei Kandir (1997 – 2015)”, lançada dia 20, pela Fapespa, a sociedade paraense tem muito o que dialogar.
Agradeço a toda a equipe da Cultura pela oportunidade de esclarecer um assunto tão importante. Confira as fotos e o vídeo da entrevista, que foi realizada pela jornalista Mari Tupiassu:



terça-feira, 20 de setembro de 2016

“Os 20 anos da Lei Kandir” - Transmissão ao vivo

A Escola Superior da Magistratura (ESM-PA) transmitirá ao vivo o painel “Os 20 anos da Lei Kandir”, que será realizado hoje, a partir das 18h, no Auditório da OAB-Pa, pela Escola Superior de Advocacia (ESA), juntamente com o Conselho Regional de Economia (Corecon PA/AP), em parceria com a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas.
Durante o evento, em alusão aos 20 anos do lançamento da Lei Kandir, a Fapespa lançará a Nota Técnica “Estimativa das Perdas de Arrecadação dos Estados com as Desonerações nas Exportações da Lei Kandir (1997 – 2015)”. Entre os convidados, os Doutores Arnaldo Jordy, Deputado Federal; Eduardo Costa, Presidente da Fapespa; Helenilson Pontes, Secretario Extraordinário de Estado de Governo e Assuntos Institucionais; e Tatiane Viana, advogada. Às 18h - Confira a transmissão neste link: http://esmpa.overseebrasil.com.br/player/?c=295

segunda-feira, 19 de setembro de 2016

Atenção, estudantes do Ensino Médio!

"Qual carreira seguir?". Essa é uma das principais dúvidas que surgem durante o Ensino Médio. Enquanto professor de graduação e pós-graduação da área da economia, tenho uma sugestão que pode ajudar a despertar a vocação dos jovens estudantes ao estudo dessa área tão interessante.
O Conselho Federal de Economia realizará, de 26 de setembro a 31 de outubro, o “Desafio Quero ser Economista”, um projeto inédito que irá mostrar aos alunos de Ensino Médio alguns dos principais aspectos da carreira de um economista, destacando as funções e oportunidades no mercado de trabalho.
O Facebook será o cenário da competição, por meio da páginawww.facebook.com/querosereconomista. De forma lúdica e dinâmica, os participantes responderão a perguntas sobre escolas de pensamento econômico, economistas famosos e conceitos da área. Os três melhores colocados ganharão notebook, smartphone e tablet, respectivamente. Inscreva-se!
É uma excelente oportunidade de compreender a ciência econômica! Regulamento e inscrições: cofecon.org.br/desafio/index.html.

Mais uma grande parceria!


Na sexta-feira, 16 de setembro, participei de uma reunião muito proveitosa com René Lavy Aguiar, Presidente da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Amazonas (Fapeam), e Roberto Sánchez, Coordenador de Ciência, Tecnologia e Educação da Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OCTA), que congrega os oito países da Pan-Amazônia.

Representando a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), fico muito feliz em comunicar a deliberação de um acordo de cooperação multinacional, por meio do Conselho Nacional das Fundações de Amparo à Pesquisa (Confap) e da OCTA, para desenvolvimento de ações e parceiras conjuntas para desenvolvimento de pesquisas e constituição de redes para estudos de temas de interesse comum entre os países. A reunião foi realizada na sede da Fapeam.

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Vale obtém licença de operação para ramal ferroviário do projeto S11D



A mineradora Vale obteve licença de operação de 10 anos para o ramal ferroviário do bilionário projeto de extração de minério de ferro S11D, no sudeste do Pará, expedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). A informação foi divulgada hoje pela companhia.
Com 101 quilômetros de extensão, o ramal será responsável pelo escoamento do minério de ferro produzido na mina, localizada em Canaã dos Carajás (PA), até a Estrada de Ferro Carajás (EFC), em Parauapebas (PA), de onde o produto seguirá para o Terminal Marítimo de Ponta da Madeira, em São Luís (MA). O ramal ferroviário integra o Programa S11D, que inclui ainda a duplicação da EFC e a ampliação portuária de Ponta da Madeira.

Segundo a Vale, todo o empreendimento, que inclui obras de construção de mina, usina e logística ferroviária e portuária no Maranhão e no Pará, está com 79% de suas obras físicas finalizadas. O avanço físico da mina e da usina já ultrapassou 90%, enquanto da parte logística alcançou 70%.
O S11D é o maior projeto da história da Vale e tem previsão para entrar em operação ainda neste ano, acrescentando capacidade de produção anual de 90 milhões de toneladas de minério de ferro. A primeira venda é aguardada para o próximo ano.
Ao todo, os investimentos são de US$ 14,3 bilhões, sendo US$ 6,4 bilhões aplicados na implantação da mina e da usina e US$ 7,9 bilhões para as obras de logística e infraestrutura portuária.

Fonte: G1

quinta-feira, 15 de setembro de 2016

O mundo contemporâneo e os fundamentos do verdadeiro cristianismo

Hoje, “ter” se tornou muito mais importante do que “ser”. Lamentavelmente, este padrão de comportamento invadiu as igrejas cristãs. Em vez de o Cristianismo influenciar o mundo, esta cultura pós-moderna, em que as pessoas não são mais avaliadas pelo seu padrão ético e moral, mas pelo patrimônio acumulado ou pela posição social, passou a moldar algumas igrejas e a sua liturgia.
Mediante esse fato, compartilho com vocês um artigo que escrevi para o jornal Gente Gospel de agosto/setembro, que fala sobre “O mundo contemporâneo e os fundamentos do verdadeiro cristianismo”.


terça-feira, 13 de setembro de 2016

Manifesto: O dia 13 de Setembro e a Lei Kandir


O dia 13 de setembro é uma data fatídica para a sociedade paraense. Há 20 anos, entrava em vigor a Lei Complementar 87/96, conhecida correntemente como Lei Kandir, que passou a desonerar da cobrança de ICMS as exportações de bens primários e semielaborados e a regulamentar a “ilógica lógica” de cobrança do ICMS de energia no estado de consumo. De uma vez só, o estado do Pará foi duplamente golpeado. E se isso não basta-se, o anexo da Lei, que deveria ordenar as  compensações financeiras pelas perdas aos estados exportadores, até hoje não foi regulamentado.

Tentando compreender os impactos desta legislação no estado, em conjunto com duas outras autoras (Tatiane Vianna da Silva e Elizabeth Dias), publicamos em 2015 o livro “A Lei Kandir e o Estado do Pará: Inconstitucionalidades, Perdas e Impactos na Capacidade de Promoção de Políticas Públicas”, destacando o montante acumulado das perdas até 2014 (R$ 27,6 bilhões); que os municípios do estado também são fortemente penalizados, apresentando, inclusive, o cálculo das perdas para cada município; além de cinco pontos de inconstitucionalidade que podem ser alvos de questionamento judicial. 

Com o objetivo de instrumentalizar a sociedade paraense, a Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas (Fapespa), entidade da qual sou presidente, lançou, no primeiro semestre de 2016, a Nota Técnica “Estimativas das Perdas de Arrecadação do ICMS de Energia Elétrica no Estado do Pará (2004 – 2014)”, tentando contabilizar as perdas reais de arrecadação que o estado vem logrando com este mecanismo de inversão tributária. Em apenas 10 anos, o Pará logrou uma considerável perda de R$ 21 bilhões com a energia aqui gerada e consumida em outros estados, restando para o estado apenas o ônus de mitigação dos impactos sociais e ambientais dos grandes empreendimentos.

Com o objetivo de complementar o assunto, a Fapespa elaborou a Nota Técnica “Estimativa das Perdas de Arrecadação dos Estados com as Desonerações nas Exportações da Lei Kandir (1997 – 2015)”, que será lançada no próximo dia 20 de setembro, em um evento alusivo aos 20 anos da legislação, organizado conjuntamente pela OAB/ESA, Corecon-PA e Fapespa.

Inúmeras informações serão compartilhadas por meio desta Nota Técnica. Contudo, a que mais chama atenção é o montante acumulado das perdas até o mês de dezembro de 2015. Nestes vinte anos de Lei Kandir, o Pará deixou de arrecadar em ICMS, em um montante atualizado monetariamente, a quantia de R$ 44,168 bilhões. Somente no ano de 2015, a perda do estado foi de R$ 3,969 bilhões, cerca de três vezes a capacidade anual de investimento do governo do estado. O tamanho da perda, excluindo-se o montante da energia gerada no estado e tributada no local de consumo, representou, no período de 2010 a 2015, uma média anual equivalente a 29,8% da Receita Corrente do poder público estadual.

Não tenho dúvidas de que a Lei Kandir está na raiz do esgarçamento do arranjo federativo brasileiro, ao mesmo tempo em que a superação da nossa condição de subdesenvolvimento, que perpassa pela construção de uma sociedade mais justa, inclusiva e igualitária, dependerá cabalmente da revisão destas distorções federativas, que acabam por consagrar o Pará como mero “almoxarifado” do desenvolvimento alheio. Mas, para isso, é fundamental o envolvimento de todo cidadão paraense em um movimento que consiga colocar de lado cores e bandeiras político-partidárias, destacando os interesses do estado dentro de um projeto mais amplo de sociedade.  

Professor Eduardo Costa


segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Mostrando o Pará - Altamira/Entrevista com o professor José Antônio Herrera

Belo Monte se tornou um tema extremamente polêmico para a sociedade da Região do Xingu e do estado do Pará. Muito vem se debatendo sobre os impactos deste empreendimento. Na orla da UFPA de Altamira, em frente ao rio Xingu, entrevistei o professor José Antônio Herrera, Doutor em Desenvolvimento Econômico, que falou sobre os impactos da Usina de Belo Monte na região.
Durante a entrevista ele destacou os impactos do processo de desmobilização da obra, as atividades econômicas que podem ser melhor estimuladas como indutoras do desenvolvimento regional e a importância do campus da UFPA e da futura Universidade Federal da região Transamazônica.
Vale a pena conferir!

Pará perdeu R$ 44 bi com a Lei Kandir


A Lei Complementar nº 87/1996 (Lei Kandir), que isenta o pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) em exportação de produtos primários e semielaborados, completa 20 anos amanhã, 13 de setembro.

Nessas duas décadas, de acordo com a nota técnica “Estimativa das Perdas de Arrecadação dos Estados com as Desonerações nas Exportações da Lei Kandir (1997 – 2015)”, elaborada pela Fundação Amazônia de Amparo a Estudos e Pesquisas do Pará (Fapespa), o Pará deixou de arrecadar em ICMS o montante atualizado, monetariamente, na última quinta-feira, 8, de R$ 44,168 bilhões. Somente em 2015, a perda do Estado foi de R$ 3,969 bilhões - cerca de três vezes a capacidade anual de investimento do governo do Estado.

A Nota Técnica será lançada no próximo dia 20, às 18h, , na sede da OAB, na Campina, em um painel organizado pela Fapespa, Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Conselho Regional de Economia. O evento é aberto ao público. Informações e inscrições: 4006-8667.

- O assunto foi destaque hoje, no jornal O Liberal. Leia a matéria na íntegra: